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A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PLANETA TERRA DECIFRADA NAS TABUAS SUMÉRIAS PELO ARQUEÓLOGO RUSSO ZECHARIA SITCHIN

AS TABUAS SUMÉRIAS E A VERDADEIRA HISTÓRIA DA TERRA

ENKI
Zecharia Sitchin
ESCRITA CUNEIFORME SUMÉRIA
ESCRITA CUNEIFORME HITITA
O objetivo dessa página é revelar a ponta do iceberg sobre o surgimento e a evolução do homo-sapiens na Terra. Desconsidere tudo que aprendeu nas instituições de ensino, sobre criacionismo ou evolucionismo! Tudo que tem sido ensinado, tem somente o objetivo de manter a humanidade ignorante e submetida aos sombrios interesses das corporações político-econômicas das nações. O material contido aqui tem o único objetivo de abrir sua mente para a verdade. Não é ficção! Não é fantasia!
A mais completa fonte de informações à respeito da nossa origem, se encontra entre os achados arqueológicos da civilização suméria. Os sumérios foram os co-fundadores da primeira grande civilização da Mesopotâmia, como era chamada à região compreendida entre os rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Turquia e desembocam no Golfo Pérsico. Onde atualmente está situado o Iraque. Sua organização social foi literalmente responsável pelo mundo como conhecemos hoje. Elementos que influenciaram na formação das sociedades greco-romanas, que por sua vez influenciaram todo o mundo ocidental e estão fortemente presentes até os dias de hoje:
Técnicas de medicina, arquitetura, engenharia e hidráulica, baseados em magníficos conhecimentos em matemática, química, física e astronomia. Seus conhecimentos astronômicos eram incrivelmente avançados: seus observatórios obtinham cálculos do ciclo lunar que diferiam em apenas 0,4 segundos dos cálculos atuais. Na colina de Kuyundjick, antiga Nínive, foi encontrado um cálculo, cujo resultado final, em nossa numeração, corresponde a 195.955.200.000.000. Um número de quinze casas!… Os gregos, no auge do saber, não passaram do número 10.000, o resto seria o “infinito”.
Desenvolveram a agricultura com técnicas de irrigação e drenagem de solo, construção de canais, diques e reservatórios;
Sistema de leis baseados nos costumes;
Habilidosas práticas comerciais;
Sistema de escrita cuneiforme, assim chamado porque escreviam em plaquetas de argila com um estilete em forma de cunha;
Sistema de unidade política das Cidades-Estados ou Estados soberanos, como Ur, Nipur e Lagash;
Sistema de hierarquias sacerdotais para organização religiosa;

Fundaram as primeiras bibliotecas. Na cidade de Nipur, 150 km ao sul de Bagdá, foi encontrada uma biblioteca sumeriana inteira, contendo cerca de 60.000 tabletes de barro com inscrições cuneiformes sobre a origem da humanidade.
Criaram os fenomenais projetos arquitetônicos denominados zigurates. Verdadeiros complexos piramidais que englobavam vários módulos de edifícios, abrigando desde templos religiosos até plenários políticos, construídos ao redor de um bloco-célula central e interligados por rampas espirais desde a base até o topo.
O maior especialista vivo, em cultura suméria, é o historiador e arqueólogo Zecharia Sitchin nascido na Rússia e criado na Palestina, onde adquiriu profundos conhecimentos de arqueologia e história oriental. Formado em história pela Universidade de Londres, é um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas, trabalhou como jornalista e editor em Israel e atualmente é escritor e consultor da NASA. Sitchin tem traduzido massivamente, ao longo de sua vida, os escritos de mais de 2000 placas sumérias encontradas em suas pesquisas arqueológicas. E tem escrito inúmeros livros contendo essas traduções e sua interpretação sobre o assunto. Basicamente, o legado do conhecimento sumério revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X”) foi desviado de um sistema binário, há milhões de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol. Esse planeta viajou em nosso sistema solar, abaixo da elíptica, passando por Netuno e Urano. Como seu campo magnético era muito intenso, ele deslocou Urano para seu lado quando passou por ele. Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim um outro planeta, muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-no em duas partes, pulverizando a metade onde ele foi atingido (criando o cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter) e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim a “Missão Near” (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).
Nibiru tem um período órbital de 3600 anos se comparado com a Terra e orbita dois sóis. Os sumérios descreveram-no como sendo quatro vezes maior do que a Terra, de cor avermelhada, e responsável por grandes catástrofes, no nosso planeta, durante suas passagens através de nosso sistema solar. Eles explicam que a aproximação desse planeta foi a causa do dilúvio citado na Bíblia, devido a um deslocamento polar na Terra. Os estudiosos do legado sumério, têm se questionado como seria possível que uma civilização tão antiga tivesse informações tão precisas sobre astronomia, numa época onde supostamente não havia equipamentos tecnológicos? A resposta está no trabalho de Zecharia Sitchin. O conhecimento sumério, sobre o sistema solar, só poderia ser obtido por meio de uma fonte externa. Que fosse capaz de viajar pelo espaço e observar esses eventos. A dimensão do trabalho de Sitchin é tão importante que ele foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell, que posteriormente se tornou Secretário de Estado, tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios. Coincidência ou não, nos últimos quinze anos as campanhas militares norte-americanas se tornaram extremamente intensas na região que foi o berço da civilização suméria.
As placas sumérias tem informações precisas sobre os planetas do sistema solar. O mais impresionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou uma nova órbita. Eles chamavam a Lua de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma ‘cabaça’ de ferro. Durante o programa Apolo, a NASA confirmou esses dados… Esse conhecimento seria possível há 3.000 anos atrás? Em 1983, o Satélite Astronômico Infravermelho (IRAS) fotografou um grande objeto na imensidão do espaço. O astro seria tão grande quanto Júpiter e provavelmente poderia fazer parte do nosso Sistema Solar. Em 1987, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) anunciou oficialmente que admitia a provável existência do chamado Planeta X. Em uma conferência realizada no Centro de Pesquisas Ames, na Califórnia, o pesquisador John Andersondeclarou: “Um décimo segundo planeta pode estar orbitando o Sol. Sua localização seria três vezes a distância entre o Sol e Plutão”. A questão é delicadíssima. De um lado temos escritos de milhares de anos sobre a formação da Terra, com informações precisas e riquezas de detalhes, traduzidos pelo maior especialista em civilização suméria e de outro lado temos a discreta confirmação dessas informações pela maior agência espacial do mundo.
A questão da origem do planeta Terra e da humanidade é, de fato, extremamente delicada, porque ameaça completamente o mainstream social moderno (pelo menos nas sociedades ocidentais). A humanidade é guiada pela ciência e/ou pela religião. Pelo empirismo ou pela fé. Entretanto, tanto um como o outro se tornaram instrumentos de poder para grupos poderosos interessados em dominar as grandes massas populares. Sistematicamente, os dois extremos têm ocultado ou distorcido, ao longo da historia, informações sobre a origem do homem no planeta. No campo científico, homens como Charles Darwin induziram a humanidade à acreditar que o homem evoluiu progressivamente e naturalmente de um tipo de antropóide. Essas afirmações foram baseadas nas observações e pressuposições de Darwin, que em suas viagens de estudos pelo mundo, desenvolveu a idéia de que um processo de seleção natural era responsável pelas mutações das diversas espécies de animais, para se adaptarem as mudanças geofísicas sofridas pela Terra no passado. Até aí tudo coerente, porém Darwin, precipitadamente concluiu que os seres poderiam sofrer qualquer transformação para se adaptarem. Para ele um lêmur voador poderia se transformar em um morcego, sobre uma determinada circunstância:- “Não vejo qualquer dificuldade em acreditar na possibilidade de que a seleção natural possa desenvolver a membrana no lêmur voador, até transformá-la num verdadeiro membro alado, à semelhança do que deve ter ocorrido com o morcego”. Seguindo essa linha de pensamento ele concluiu que um símio poderia ter perdido os pêlos, a cauda, ter erguido a coluna vertebral, ficado inteligente e se tornado homem de maneira natural. Atualmente o Darwinismo também tem sido chamado de “teoria da origem inferior das espécies”. A antítese ao “evolucionismo” de Darwin é a “teoria da origem superior das espécies”, uma variação da teoria criacionista, baseada nas descobertas de fósseis humanos descomunais e ruínas de construções megalíticas, encontrados em várias partes do mundo. O pesquisador suiço Erich Von Däniken foi um dos primeiros defensores modernos, da teoria da origem superior. Tendo viajado meio mundo e dedicado boa parte de sua vida ao estudo das civilizações antigas, como os sumérios, babilônios, hindus, incas, maias e astecas, Däniken é pioneiro na abordagem técnica sobre a influência de seres extraterrestres no desenvolvimento da vida na Terra. À despeito de inúmeras difamações e ataques sofridos, escreveu diversos livros, entre os quais o clássico “Eram os Deuses Astronautas?”, enfatizando sistematicamente que as mutações fisiológicas, além do fator “inteligência”, foram introduzidos no hominídeo ancestral, via engenharia genética, resultando no homo-sapiens. E todo o processo civilizatório foi igualmente, introduzido pelos mesmos seres, supostamente superiores, gradativamente. Däniken, através de seminários e palestras, foi o primeiro pesquisador a confrontar o sistema e expor publicamente essa linha de pensamento. Seus trabalhos, muito ricos em detalhes, são referências obrigatórias para quem estuda esse assunto, sendo, inclusive mencionados porSitchin.
Segundo os sumérios, essa raça de extraterrestres eram os Anunnaki (Os Do Céu Que estão Na Terra), que mais tarde foram chamados de Elohim (Senhores do Céu). Humanóides gigantes vindos do planeta Nibiru e que devido à problemas no seu ecossistema, decidiram iniciar um processo de colonização no nosso planeta, por volta de 450 mil anos atrás. A primeira expedição Anunnaki, liderada pelo mega-cientista ENKI (Senhor da Terra) , aterrisou na região do Golfo Pérsico, onde estabeleceu a primeira base de operações: ERIDU (Lar Longínquo Construído). O plano original era extrair ouro do mar, o que de fato foi feito, mas à medida que esse processo foi ficando inviável, a única alternativa foi extrair o minério do sudeste da África, que já havia sido explorada por ENKI. Sem perda de tempo ele partiu p/ o continente africano, c/ uma equipe e ergueu o complexo ABZU. O ouro obtido nas minas da região iria ser transportado em embarcações até a Mesopotâmia, para derretimento e refinamento. Em seguida os lingotes eram enviados, através de uma nave de carga até uma outra nave que ficava orbitando a Terra, aguardando a chegada periódica de uma nave-mãe que levava o precioso metal paraNibiru, para ser usado como partículas suspensas, na atmosfera, a fim de conter o avanço de um fenômeno semelhante ao efeito estufa.
A ampliação das atividades de mineração, trouxe uma segunda expedição liderada pelo comandanteENLIL (Senhor do Comando), meio-irmão de ENKI e logo os Anunnaki ergueram um gigantesco complexo logístico nas imediações do Monte Ararat. ENKI e ENLIL eram filhos do governante de Nibiru,ANU (Senhor das Alturas) e rivais, devido ao fato de que, mesmo sendo primogênito, ENKI não era o primeiro na linha de sucessão do trono nibiruano, mas sim ENLIL. Posteriormente uma terceira missão foi enviada, liderada pela médica-geneticista NINTI (Senhora da Vida), meia-irmã dos dois líderes, acirrando a disputa entre eles. Contudo, ao longo do trabalho dos Anunnaki, que já eram aproximadamente 600 na Terra, além de mais 300 em órbita, uma série de conflitos culminaram em um motim, durante uma inspeção de rotina, nas minas africanas. Os Anunnaki, astronautas e cientistas, improvisados como operários mineradores, reclamavam das tarefas designadas. Pressionado, ENLILinformou a ANU sobre a revolta e se dispôs à abandonar o comando da missão e retornar ao seu planeta. Uma corte marcial foi instaurada e ANU, tendo vindo à Terra, exigia que os líderes do motim se revelassem. Ouvindo os depoimentos, ANU concluiu que o trabalho era realmente muito duro e as reivindicações dos Anunnaki eram justas. Mas como interromper a mineração do ouro? O equilíbrio do ecossistema de Nibiru dependia do metal. ENKI, imediatamente ofereceu uma solução genial. Ele informou que no sudeste africano, vagava um ser que poderia ser treinado para executar o trabalho de mineração e desde que a “marca dos Anunnaki” (DNA) pudesse ser colocada nele. ENKI se referia à uma espécie de hominídeo que tinha evoluído naturalmente na Terra, mas que ainda estava num nível evolucionário extremamente distante do atingido pelos habitantes de Nibiru, não obstante ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos trazidos de lá, após a colisão comTiamat. Esse tipo de fenômeno, denominado de Panspermia Cósmica, segundo cientistas de vanguarda, é comum nas galáxias, podendo ocorrer de forma acidental ou dirigida, como fizeram osAnunnaki.
Na unidade médica de ABZU, ENKI e NINTI concluíram que poderiam extrair o óvulo de uma fêmea primata, fertilizá-lo, in vitru, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantá-lo no útero de uma fêmea Anunnaki. Após muitas tentativas e erros, estava criado o modelo perfeito do homo-sapiens. O processo foi repetido várias vezes, formando a primeira geração de híbridos humano-alienígenas, na Terra, que contudo eram estéreis. E à medida que os LULU (Trabalhadores Primitivos)eram desenvolvidos e encarregados no trabalho de mineração na África, os Anunnaki que trabalhavam na Mesopotâmia começaram a invejar os seus colegas e a clamar pela presença de humanos naquela região. Apesar das objeções de ENKI, ENLIL apoderou-se de um grupo de terráqueos e os levou para a principal base do Golfo Pérsico, ERIDU.
“Iahweh (ENLIL) tomou o homem e o colocou no Jardim do Éden para cultivar e guardar”.Gênesis
A característica de longevidade do relógio biológico dos Anunnaki, onde 1 ano corresponde à 3.600 anos terráqueos, não foi inicialmente introduzida no material genético da primeira geração de humanos, que envelhecia rapidamente e tinha vida curta, o que levou ENKI a aperfeiçoar a manipulação genética dos híbridos, usando seu próprio esperma. Ele e NINTI desenvolveram um outro “modelo perfeito” de terráqueo, um macho que foi o primeiro representante da raça adâmica. O ADAMU ou ADAPA (Aquele Nascido na Terra) possuía alto grau de inteligência e longevidade maior. Em princípio, os primeiros híbridos machos e fêmeas eram estéreis e foram gerados no útero de NINTI e das enfermeiras voluntárias de sua equipe médica. Sitchin ressalta que durante as muitas tentativas e erros dos dois cientistas nibiruanos, para a criação do “humano ideal”, várias espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes, foram utilizados como doadores de material genético. O resultado dessas ousadas experiências foram seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, que ficaram conhecidos, ao longo da história, como quimeras (centauros, cíclopes, hárpias, tritões, sereias, minotauros, hidras, górgonas, sátiros, etc). Criaturas que possuíam cabeça e tronco humanos e membros inferiores de animais ou as vezes, o inverso, ou uma bizarra combinação de ambos ou de vários animais, ou ainda seres humanos com dois pares de membros superiores. Algumas placas sumérias com anotações de ENKI, à respeito dessas experiências, revelam que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam, inclusive alto grau de inteligência. Ao contrário do que se pensa, esses seres não eram meros mitos, mas sim resultado de avançada engenharia genética. A ciência moderna, secretamente, tem dado os primeiros passos em direção à essas atividades (Por exemplo: Transplante de órgãos de animais em seres humanos). O fato é que esses seres fantásticos conviviam com os humanos criados pelos Anunnaki, e foram citados em muitos textos de civilizações antigas, principalmente as greco-romanas e indo-européias. Alguns deles ficaram famosos em seus tempos, como a górgona Medusa, o sátiro Pan e o ser minotauro, da ilha de Creta, ou o homem-pássaro hindu Garuda. Inicialmente eram considerados semi-deuses, mas à medida que as civilizações iam ficando mais sofisticadas, esses seres passaram a ser vistos como ameaças e foram perseguidos e combatidos por homens como Gilgamesh, Perseu e Hércules.
À despeito das quimeras, o projeto do homo-sapiens foi bem sucedido, mas a primeira geração de híbridos não procriava, então ENKI decidiu criar clones modificados, utilizando o DNA mitocondrial de sua esposa NINKI (Senhora da Terra) combinado com o DNA do tecido retirado de ADAMU, criou uma fêmea apta para procriação. Sendo assim “Adão e Eva”, do livro do Gênesis, receberam o “fruto do conhecimento”, ou seja foram iniciados no conhecimento sobre procriação, além de outros assuntos. Sitchin diz ainda, que o mito da “serpente tentadora” do Éden, se refere ao termo “Nahash” (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que enalteciam suas habilidades científicas. O brilhante Anunnaki possuía um cajado de metal, em forma de haste circundado por duas serpentes, em referência a dupla hélice do DNA humano. Esse símbolo, o Caduceu, foi adotado pela Medicina em todas as épocas. O fato é que ENKI e NINTI eram brilhantes cientistas e dominavam plenamente a ciência da manipulação genética, se referindo à ela como a ciência da “Árvore da Vida”. Sitchin revela uma curiosidade interessante: A palavra “mãe” se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora da Vida.
“Com amplo entendimento ele o aperfeiçoara…
Para ele dera o Conhecer…
A vida eterna não lhe concedeu.” Gênesis
ENLIL, além de comandante e administrador, também tinha profundos conhecimentos científicos em engenharia genética mas era totalmente contra a sua aplicação em seres humanos e animais, só tendo permitido as experiências de ENKI porque o ecossistema de Nibiru dependia do sucesso delas. ENLILfazia uso dos seus conhecimentos somente p/ modificação de sementes e grãos de vegetais e ENKI, além das experiências c/ os humanos, modificava animais que seriam usados p/ alimentação ou produção, como vacas e ovelhas. Não é possível afirmar se ENLIL realmente era contra as experiências c/ humanos, por valores morais ou somente p/ rivalizar o irmão. Ele sempre mantinha ANU informado sobre tudo que ocorria na Terra, que curioso p/ ver o resultado do trabalho de ENKI e NINTI, ordenou que ADAPA fosse levado à sua presença. ENKI, temia que este consumisse alguma substância, que aumentasse o seu ciclo biológico e o induziu à evitar os alimentos que lhe fossem oferecidos, contudo,ANU, surpreso com a perfeição da “criação”, quis que o ADAPA fosse mantido em Nibiru, mas ele acabou sendo trazido de volta à Terra e ficou temporariamente sob a guarda de ENLIL, na base EDIN/Éden (Lar dos Justos), no Oriente Médio. Eventualmente ADAPA e sua fêmea começaram a amadurecer sexualmente e esse fato irritou profundamente ENLIL que sempre se opunha aos planos de ENKI e tomado pela ira, os expulsou da base. Eles retornaram para a base africana ABZU e começaram a reproduzir. Sua prole era então clonada por ENKI p/ acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras geravam mais e mais humanos de agradável aparência física e portadores do gen de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Mas ainda assim atingiam idades fantásticas para os padrões biológicos atuais.
Os textos do Antigo Testamento falam que os homens das primeiras gerações adâmicas, viviam centenas de anos e em alguns casos quase atingiam a idade de 1000 anos, como exemplo, Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pre-diluvianos. Mas Sitchin faz uma revelação perturbadora: Segundo ele as primeiras civilizações humanas aprenderam a fazer cálculos baseados numa média orbital entre Nibiru e a Terra. Como os Anunnaki controlavam o seu tempo baseado na órbita do seu planeta, os homens foram instruídos a fazer cálculos c/ esse referencial. A primeira grande civilização pós-diluviana, a sumérica, dominava o complexo sistema matemático elaborado pelosAnunnaki, p/ aplicação na Terra, onde o dígito 1 correspondia à 60 unidades (o atual sistema cronográfico onde 1 h. = 60 min. = 3.600 seg. é baseado nesse modelo), portanto o ciclo de vida dos primeiros homens adâmicos, seguindo esse padrão, poderia ter durado alguns milhares de anos. Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta.
Sitchin faz uma observação, em seus livros, à respeito da raça adâmica e da origem do nome Adão: Ele admite que possivelmente não havia um indivíduo assim chamado, mas de fato o primeiro modelo ideal do homo-sapiens ficou famoso entre os Anunnaki e os homens da Terra, porque foi a primeira matriz biológica e porque gozava da proteção de ENKI, que o chamava de ADAPA (Nascido na Terra). Se de fato ele foi clonado, é possível que em determinado momento o termo passou a se referir a toda a primeira geração de homens. Sendo assim, é provável que algumas citações históricas distorceram o termo ADÃO/ADAMU/ADAPA p/ o singular, assim como foi feito com a palavra Elohim (“deuses” e não “Deus”).
Um detalhe interessante sobre a descendência de Adão e Eva, pode ser observado no incidente deCaim e Abel. Sitchin tem uma teoria muito interessante: ENKI teria ensinado a pecuária aos homens eENLIL, a agricultura. Caim e Abel eram respectivamente agricultor e pastor e lideravam grupos de trabalhadores nessas atividades. As constantes disputas entre os dois líderes Anunnaki, acabaram influenciando o comportamento dos humanos. E desentendimentos e ciúmes entre os trabalhadores acabaram culminando no assassinato de Abel. Então Caim foi condenado ao exílio por ENLIL, que ficara perplexo diante da primeira demonstração de violência entre os homens e pretendia evitar que aquilo gerasse uma reação em cadeia. Tomadode pavor de uma vingança, Caim teria implorado a ENLIL que o protegesse. O comandante Anunnaki, irado pelo crime contra seu pupilo, Abel, se manteve irredutível na sua decisão, mas pediu a NINTI que lhe fizesse uma modificação genética p/ que os outros homens soubessem que ele carregava um “sinal de Deus” e não o molestassem. A famosa “marca de Caim”, citada no Antigo Testamento, consistia numa alteração cromossômica p/ que os seus descendentes não tivessem pêlos faciais. Banido, Caim teria vagado com sua família e seguidores por longas distâncias eSitchin sugere que eles teriam chegado até a América Central e se fixado lá. Sua descendência, ignorada pela história, teria sido a base genética dos ameríndios, que têm com característica principal a ausência de pêlos faciais.
Ao longo dos milênios as gerações de humanos, deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Eventualmente aprendiam novas tarefas e logo cozinhavam, dançavam, tocavam músicas, eram instruídos em todas as ciências e até construíam “casas” para os “deuses”, que eles chamavam de “templos”. Logo o objetivo central da missão, foi desaparecendo e os Anunnaki pareciam se agradar daquela excelente vida na Terra. Porém, como havia poucas mulheres nibiruanas na Terra, muitosAnunnaki se sentiram atraídos pelas fêmeas humanas e começaram à tomá-las por suas mulheres:”Quando os filhos dos deuses viram que as filhas dos homens eram bonitas, as tomaram como esposas”. Desse cruzamento nasceram os híbridos gigantes, os chamados nefilins, anakins, refains ou titãs. Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki é de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível. O fato é que em alguns milênios eles acabaram organizando os homens em centros urbanos e os instruíam em todos os seguimentos possíveis, gerando então poderosas civilizações. Däniken, em seus estudos, cogita a possibilidade das lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida, terem sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semi-deuses.
Porém, em certo momento as relações entre homens e Anunnaki ficaram comprometidas por ódios e paixões, levando-os à toda sorte de comportamentos bizarros, que se agravavam mais ainda pela aproximação do planeta gigante Nibiru, que já estava causando terríveis mudanças no clima agradável do planeta e logo os flagelos naturais somados às perturbações sociais, causaram a deterioração moral daquela sociedade híbrida. Esses fatos irritavam seriamente ENLIL que estimulava cada vez mais a desconfiança em ANU e nas altas hierarquias Anunnaki, que já repudiavam o comportamento dos alienígenas nesse planeta. Cedendo a pressão de ENLIL, ANU ordenou que os chefes Anunnaki se reunissem em conselho p/ julgarem a humanidade e decidirem o que deveria ser feito, como punição. Aproveitando a nova passagem de Nibiru, pelo nosso sistema solar, que causaria um cataclisma na Terra, ENLIL e ANU votaram por deixar a humanidade ser dizimada. Essa decisão acabou aceita pela maioria do conselho, mas sob protestos veementes de NINTI e ENKI. O fato é que preveleceu a pressão e o poder de persuasão de ENLIL sobre ANU que obrigou o conselho à prestar juramento de que não alertaria os homens quanto à catástrofe iminente. A grande verdade é que o transtorno planetário, foi usado por ENLIL p/ fazer uma “limpeza racial” na Terra porque não admitia a miscigenação entre os Anunnaki e os terráqueos.
“Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito.” Gênesis 6:1, 7.
Inconformado e temendo pela sua obra, ENKI designou, secretamente, um homem, de nome sumérioZIUSUDRA (Noé ou Noah, em hebraico), para reunir grupos de humanos e espécies animais diferentes, que seriam salvas das inundações do planeta causadas pelo deslocamento dos pólos, devido à aproximação de Nibiru, em uma nave submarina submergível desenvolvida por ele, para essa finalidade.ENKI elaborou ocultamente um plano de sobrevivência para os seres selecionados por ZIUSUDRA, pois não ousava desafiar seu pai ANU, nem as hierarquias de Nibiru. Sem tomar conhecimento do seu plano , os Anunnaki evacuaram a Terra e de suas naves estacionadas na órbita do planeta, observaram o desastre e se entristeceram, sofrendo pela destruição daquela grandiosa obra e amargurados por terem abandonado os humanos ao terrível cataclisma. Com a passagem de Nibiru, duros tempos se iniciaram na Terra.
Um detalhe curioso, revela o grau de comprometimento de ENKI c/ a humanidade naquele momento: Tendo sido obrigado a prestar juramento, ele não podia revelar aos homens sobre o perigo iminente e nem ajudá-los, mas incorfomado c/ a situação encontrou uma peculiar maneira de alertar pelo menos um pequeno grupo. Nos tabletes sumérios, referentes ao episódio do dilúvio, é mencionado que ENKI tinha ciência que não podia contar aos homens, mas nada o impedia de “falar c/ as paredes”. Uma noite ele se aproximou da casa onde morava ZIUSUDRA, se detendo do lado de fora perto do aposento onde este dormia, e falando alto ou através de algum aparelho, propagou sua voz pelo local dizendo: “Parede, o teu senhor ENKI te ordena que construa uma embarcação, reúna quantos familiares e agregados puderes, abandona tuas posses e salva tua vida, pois os elohim conderam a humanidade à morte…” ENKI teria deixado um tipo de relógio regressivo, sensível à oscilações geodésicas e um projeto de construção de um submergível à cargo de um Anunnaki de sua confiança designado p/ ajudar Noé. Além de ter feito uma seleção de animais e espécies de plantas p/ redistribuir pelo planeta após o holocausto.
Entre muitos pontos em comum, nos textos de Däniken e Sitchin, um particular chama a atenção: Os dois autores afirmam que no processo de exploração do nosso sistema solar, os Anunnaki teriam construído bases de operações em Marte e nas suas luas (Fotos da sonda Mariner: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 |6) e na nossa lua (1). Nos primeiros milênios após sua chegada à Terra, essas bases teriam servido de “escalas” até Nibiru, durante o período de transporte do ouro extraído aqui e além da mineração na Terra, os Anunnaki também extraíam silício na nossa lua. Sendo assim, Sitchin argumenta que essas bases teriam servido de refúgio para os extraterrestres durante os anos pós-diluvianos, quando o elevado nível dos oceanos não permitia o retorno à Terra.
Quando o nível das águas cedeu e as camadas de lama que cobriam a Mesopotâmia secaram, o suficiente para permitir o repovoamento, os Anunnaki retornaram à Terra e se surpreenderam quando viram os sobreviventes do cataclisma. E num primeiro momento se indignaram quando ENKI revelou ter elaborado o plano de sobrevivência das espécies terráqueas. Contudo, a revolta cedeu lugar ao contentamento, pela possibilidade de reconstruir a humanidade. NANNAR, um dos filhos de ENLIL, recebeu uma extensão de terra que ia do oeste até o Mediterrâneo e ficou encarregado de reconstruirERIDU, que viria a se tornar Summer ou Suméria e fundando outras, como Ur, a cidade onde nasceuAbraão. Ao filho mais novo de ENLIL, ISHKUR (Senhor das Montanhas Distantes), coube as terras a noroeste. Ásia menor e as ilhas do Mediterrâneo, onde a “realeza” Anunnaki se espalhou, dando origem ao panteão dos deuses greco-romanos. ENKI e seus descendentes, entre eles seu filho NINGISHSIDA (Senhor da Árvore da Vida) ficaram encarregados de reconstruir ABZU, nas terras africanas. De fato, todo planeta foi repartido entre os Anunnaki, que se tornaram as deidades das mitologias indo-européias, asiáticas e andinas. Däniken, menciona que em determinado momento, NINGISHSIDA(chamado de TOTH pelos egípcios), teria ido p/ a América Central explorar a região dos Andes, juntamente com um grupo de sobreviventes africanos e teria erguido a civilização dos olmecas, que seriam os mentores dos astecas (segundo Däniken, a palavra asteca deriva da raiz az-tlan e se refere aos sobreviventes que vieram das terras da Atlântida). Ele ainda expecula que a base do povo asteca era formada pela descendência de Caim misturada com os exilados atlantes. Sitchin não faz menções sobre a Lemúria e Atlântida, mas as peças acabam se encaixando. No comando dos olmecas e dos astecas, o hábil e engenhoso NINGISHSIDA teria ficado conhecido, como o deus Quetzalcoatl (A grande Serpente Emplumada). ISHKUR, posteriormente, também teria ocupado as terras da península de Yucatán, no México, e ficou conhecido como o deus Viracocha.
As civilizações reerguidas na Mesopotâmia, fizeram várias citações aos Anunnaki e a mais peculiar é a que deu base para a referência bíblica dos “Nefilins, os anjos caídos! Aqueles que desceram dos céus para cruzarem com as mulheres dos homens!” Zecharia Sitchin relata que na sua juventude, durante uma aula de hebraico, sobre o capítulo VI do livro do Gênesis, ousadamente questionou seu professor sobre o termo “gigantes” ser o significado da palavra Nefilim. Sitchin enfaticamente afirmou que mesmo derivando da raiz “nefal” (queda), o significado real seria “aqueles que foram lançados” ou “aqueles que aterrisaram na Terra”. Nos anos que se seguirarm, à medida que aprendia a língua, a história e a arqueologia do antigo Oriente Médio, os Nefilins tornaram-se uma obsessão. Os achados arqueológicos e a decifração dos textos sumérios, babilônicos, assírios, hitititas, cananitas e outros textos antigos e contos épicos foram progressivamente confirmando a precisão das referências bíblicas à reinos, cidades, governos e culturas na antiguidade. Não havia mais dúvidas de que os Nefilins foram os visitantes da Terra, vindos do céu, num passado distante.
“Esses Nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houveram na antigüidade.”Gênesis 6.4”

“Antes haviam habitado nela os Emins, povo grande e numeroso, e alto como os Anaquins; eles também são considerados Refains como os Anaquins; mas os moabitas lhes chamam Emins.”Deuteronômio 2.10-11

“Porque só Ogue, rei de Basã, ficou de resto dos refains; eis que o seu leito, um leito de ferro, não está porventura em Rabá dos amonitas? O seu comprimento é de nove côvados [4 metros], e de quatro côvados [1,78 metros] a sua largura, segundo o côvado em uso.”Deutoronômio 3.11

“Também vimos ali os Nefilins, isto é, os filhos de Anaque e éramos aos vossos olhos como gafanhotos.” Números 13.33
“Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Goliah, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo [2,89 metros].” 1 Samuel 17.4
Os relatos das civilizações antigas estão repletos de referências à seres de tamanho gigantesco, força descomunal e portadores de tecnologias avançadíssimas, participando direta ou indiretamente nas sociedades humanas. Devido às suas potencialidades, eles foram sistematicamente considerados divindades: Os nefilins da mitologia hebraica, o panteão egípcio, os deuses do Olimpo, cíclopes e titãs da mitologia greco-romana; os suras, asuras e devas da mitologia hindu; os guerreiros do Valhalla da mitologia escandinava não eram outros senão os Anunnaki. Gigantes astronautas de tempos imemoriais, vindos do planeta Nibiru. Particularmente, os sumérios, sempre foram pragmáticos ao explicar de onde eles vieram, porque estavam aqui e porque agiam como agiam. E sem sombra de dúvida, as gritantes marcas das atividades desses seres estão, definitivamente, espalhadas pelo mundo. Em monumentos, monolitos e ruínas milenares espalhadas pelos continentes e mesmo no fundo dos oceanos e certamente na estrutura genética dos seres humanos (gens recessivos), desafiando à nossa medíocre compreensão. Não admitir tal verdade é uma tolice, que pode ter um custo muito alto para a humanidade!

Por que a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram geneticamente na formação da raça humana, causaria a ruína de todo o establishmentcontemporâneo. Todas as instituições entrariam em colapso, porque fraudes milenares seriam descobertas. O que aconteceria com a Igreja Católica, se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas? Os cristãos se perguntariam: “- Então não somos feitos à imagem e semelhança de Deus? Então Adão não existiu?” O problema é que a mente humana, atualmente, está atrofiada! Os praticantes do Cristianismo e do Islamismo, crêem cegamente em um ícone divino criador de todas as coisas, mas têm sido enganados pelas falsas interpretações das escrituras onde estão descritas as atividades dos “deuses-astronautas” no passado: A bíblia e o alcorão, versões cristãs e islâmicas do Antigo Testamento, são compilações de antigas escrituras sumérias e mesmo os textos Vedas hindus, foram influenciados pelos babilônios. Nestes textos, osAnunnaki têm sido sistematicamente citados como “anjos” e “mensageiros do Senhor”, criando, acidentalmente ou intencionalmente, um equívoco histórico que tem mantido a humanidade submissa aos cleros e aos governos seculares e manipuladores, que desde de milhares de anos se organizam em sociedades secretas, manipulando o antigo conhecimento mesopotâmico.
No oriente as escrituras asiáticas são mais naturais e abertas em suas referências aos grandes “devas”que, no passado, voavam pelos céus em naves vímanas. No ocidente ocorre o ocultamento total do assunto. Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos. O que as pessoas pensariam se soubessem que a expressão “ser feito à imagem e semelhança de Deus”, no caso do planeta Terra, se refere à manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana peculiar? E temos que considerar que o termo “Deus” não era usado pelos sumérios. Eles eram cientes da condição extraterrestre dos Anunnaki. O aspecto “divino” desses seres começou à ser atribuído na medida em que seus herdeiros diretos na hierarquia de poder, os faraós do Egito, utilizavam essa condição para legitimar e garantir sua posição no poder, como “filhos dos deuses”. As sociedades que foram influenciadas diretamente pelos Suméria, como as greco-romanas e indo-européias, distorceram a condição dos Anunnaki em relação aos sumérios, passaram a adorá-los como “deuses” e acabaram consolidando o politeísmo. Divindades de diversos lugares como Zeus, Apollo e Posseidon, na Grécia; Ptah, Ra e Hórusno Egito; Brahma, Vishnu e Shiva, na India ou Odin, Thor e Loki, na Escandinávia eram os mesmosAnunnaki. Entretanto, os hebreus que repudiavam o politeísmo egípcio e mesopotâmico, manipularam o conceito dos Anunnaki, de outra forma, adotando no singular o termo “elohim”(que é plural = deuses) para se referir à um Deus único. Sitchin revela que isso ocorreu porque os semitas eram uma nação serviente à ENLIL, o autoritário e vingativo comandante Anunnaki que, se apresentava para os hebreus como Javé (YWHW) e teria formado uma aliança com esse povo, inclusive tendo-os guiado através do deserto, por quarenta anos, em direção à Cashemira, na India. que segundo Däniken, seria a verdadeira terra prometida e não a Palestina. Ele afirma que esse longo período no deserto, foi uma experiência feita por ENLIL para garantir a não interferência de outros povos na linhagem genética dos semitas, que eram seus protegidos (enlititas).
Apesar de ENKI ter sido literalmente o “senhor da criação” na Terra, a “administração” do planeta ficava sobre o comando de ENLIL, que na condição de sucessor direto de ANU, no governo de Nibiru, fazia valer sua autoridade entre os Anunnaki e os homens. Determinando leis, impondo ordens e realizando feitos notórios que o deixavam na condição de “senhor da humanidade”. Alguns desses feitos foram decisivos p/ que ENLIL viesse a ser confundido como o Logos Criador do universo, ao longo da história:
A decisão de manter o ADAPA e sua fêmea, sob sua guarda, quando ele foi trazido de volta de Nibiru.
A decisão de expulsá-los da base EDIN quando atingiram a maturidade sexual.
A decisão de deixar a humanidade perecer no dilúvio, que foi interpretada pela humanidade, não como uma demonstração de arrogância, mas como uma demonstração de poder sobre a vida e a morte.
A decisão de assumir p/ si e seus descendentes a reconstrução da Mesopotâmia, após o dilúvio, o que consolidou sua condição de “senhor” das antigas nações do Oriente Médio.
As vitórias do seu clã em várias disputas travadas c/ o clã de ENKI, mostravam o peso do seu poder de comando. Ele era sempre enaltecido como “Aquele que Decide os Destinos”.
A decisão de permitir que seu clã propagasse diversas línguas diferentes entre as civilizações dos homens p/ manter a dispersão dos povos, evitando a coesão de grupos rebeldes, uma vez que o incidente da Torre de Babel trouxe sérios problemas p/ os Anunnaki.
A decisão de permitir que Sodoma e Gomorra fossem destruídas, em mais uma disputa com o clã de ENKI.
A aliança com a nação hebraica, que acabou sendo o berço do Cristianismo.
A entrega dos mandamentos recebidos por Moisés p/ manter o equilíbrio moral e social da sua nação protegida.
A dizimação do exército egípcio, em perseguição aos semitas, no deserto, durante o êxodo.
O combate dos hebreus às formas de adoração aos outros Anunnaki (politeísmo). Visando reduzir ao máximo a influência do clã de ENKI que ainda era forte no Oriente Médio.
Como o planeta Nibiru está diretamente relacionado com a atual formação do nosso sistema solar, assim como os Anunnaki estão relacionados com o surgimento do homo-sapiens, naturalmente os povos influenciados pelos sumérios passaram a deturpar essas informações e a confundir os líderes extraterrestres com o criador de todo universo. O Logos primordial. Os fatos mencionados acima e esse detalhe peculiar devem ser analisados friamente p/ se entender porque as duas principais religiões da humanidade, o islamismo e o cristianismo (ambas c/ raízes hebraicas) adotaram o conceito de “deus único”. Contudo, não deixa de ser uma grande ironia o fato de que ENLIL/Elohim, o mesmo que determinou que a humanidade devesse perecer no dilúvio, fosse adotado como “Deus” e não ENKI, que foi o criador do homo-sapiens.
Uma questão importante tem que ser levantada p/ entendermos como a cultura Anunnaki influenciou o Cristianismo: Podemos presumir que Jesus, de descendência sumérico-hebraica, certamente sabia da existência dos Anunnaki. Então como ele lidava c/ isso? Não se pode afirmar que Cristo se referia àENLIL quando falava em Deus, porque na sua real condição de avatar ele dispunha de conhecimentos transcendentais que certamente iam muito além do mundo físico. Pode se supor que ele diferenciava as coisas, evitando a confusão de informações culturais e separando os conceitos de “espírito criador” e “matéria criadora”. Dessa forma, quando falava de Deus, pregando sua filosofia vida, ele estaria se referindo ao Logos Criador e não à ENLIL ou à qualquer outro Anunnaki. Porém o peso da influência hebraica prevaleceu e a grande massa de cristãos e judeus não teria assimilado a filtragem feita por Jesus, e acabou mantendo o conceito distorcido de que ENLIL seria “O Deus Criador”. E até hoje o seu nome adotado pelos hebreus, Yahwe ou Javé (YWHW), é mencionado como sendo o nome de Deus. Nesse contexto, podemos levantar uma ousada hipótese: Tendo sido o império romano, um clone do império faraônico egípcio, sabemos que o politeísmo romano “sampleou” as deidades egípcias. Aprendendo a história da mesopotâmia, sabemos que os seus deuses e semi-deuses, não eram outros senão ENLIL, ENKI e seus descendentes e agregados. Muitos corrompidos pelo poder e pela adoração dos homens, eram capazes de tudo p/ perpetuar suas glórias. Lembremos que o ofício do sacerdócio começou na mesopotâmia (ou mesmo antes, na Lemúria e Atlântida), onde os Anunnaki transmitiam conhecimentos de ciências e ocultismo, p/ um seleto grupo de iniciados. O que no começo era p/ o bem comum, com o passar do tempo acabou sendo usado p/ manutenção de poderes. E esses grupos/sociedades secretas se tornaram ferramentas políticas. Então ficam no ar, as seguinte questões:
Os sacerdotes e profetas que não se prestavam à esses objetivos obscuros, não teriam se tornado uma ameaça ao poder de grupos Anunnaki, e seus afins (faraós, imperadores, reis, césares, etc)?
Teria sido, a perseguição dos egípcios e romanos aos que pronunciavam mudanças sociais c/ o nascimento de avatares, como Cristo, uma repressão programada p/ impedir ameaças a estrutura de poder criada pelos Anunnaki?
Não teria sido, a perseguição e crucificação de Cristo e seus seguidores, uma medida tomada “acima” da esfera de poder romana?
Quero deixar claro aqui, que não tenho a intenção de questionar ou negar a existência do Logos Criador e nem afirmar que todos os Anunnaki agiam como deuses, pois mesmo entre os Anunnaki, havia o conhecimento desse poder original. Algumas placas sumérias continham um diário de ENKI, que foi traduzido por Sitchin e publicado com o título “O Livro Perdido de ENKI”. Nessas crônicas ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não p/ “brincar de Deus”. Eles sabiam perfeitamente da existencia do Logos primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra p/ a mineração da Terra, como já foi dito antes. Como ENLIL, sempre rivalizou com ENKI, ele utilizava frequentemente essa polêmica p/ acirrar suas disputas de poder, mas mesmo assim não deixava de ter uma certa razão ao expor todos os riscos inerentes às experiências de manipulação genética e ao perigo de se interferir na ordem natural das coisas.
A vastidão do universo dá certeza de que a vida é um fenômeno constante em incontáveis mundos, sendo prova irrefutável da existência desse Logos Criador. E de fato, é interessante pensar na possibilidade de que outros seres tão inteligentes, poderosos e qualificados quanto os Anunnaki, viajem de mundos em mundos, espalhando, modificando ou aperfeiçoando a vida e contribuindo para um propósito cósmico maior. Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espacias e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.
P – Da palavra hebraica Nafal, que significa “queda”?
– Exato. Queda, vir abaixo, descer. Assim, o que isto significa? Isto me levou aos estudos bíblicos e então às mitologia, arqueologia e todos os outros assuntos, inclusive ao estudo das linguas antigas,  que se tornou a minha educação e vocação. Entào, dai vem a minha pesquisa e decisão de escrever sobre isto começando com uma pergunta, quem eram os Nefilins?

Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei aos suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, “planeta da passagem  [travessia].”

A questao em minha pesquisa então mudou de quem eram os Nefilim e os Anunnaki, para, que planeta é este Nibiru? O que me forçou a ser proficiente em astronomia, e tive que aprender bastante sobre isto para lidar com o assunto. Eu descobri que os eruditos estavam divididos. Alguns diziam que (Nibiru) era Marte, que de fato foi descrito e conhecido pelo povo antigo, e outros diziam que nao, que era Júpiter. Aqueles que diziam que era Júpiter e não Marte, tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Marte. E Aqueles que diziam que era Marte e não Júpiter , tinham argumentos muito convincentes do porque não podia ser Júpiter também .
Sendo capaz de ir diretamente à fonte , os tabletes de argila e a escrita cuneiforme, a mim pareceu que ninguém estava certo, porque a descrição de Nibiru e sua posição quando perto do Sol indicava que nem podia ser Marte e nem podia ser Júpiter. E então uma noite acordei com a resposta: com certeza, é um planeta a mais que vem periodicamente entre Marte e Jupiter; e algumas vezes está mais perto de Marte e outras mais próximo de Júpiter, mas não é nem Marte e nem Júpiter.
Tendo entendido que esta era a resposta, que existe um planeta a mais, tudo mais se encaixou. O significado do Épico da Criação mesopotâmico onde são baseados os primeiros capítulos do Gênesis e todos os detalhes sobre os Anunnaki, quem eles eram e quem eram seus líderes e como eles viajaram do planeta deles para a Terra e como caíram no Golfo Pérsico e sobre o primeiro assentamento deles, seus líderes e assim por diante, tudo ficou claro!  Os Sumérios  tinham um enorme conhecimento. Eles sabiam sobre Urano e Netuno e os descreveram e eles sabiam sobre Plutão. Eles eram exímios em matemática e, em muitos aspectos, seu conhecimento ultrapassava o dos dias modernos. Eles diziam, “Tudo o que sabemos nos foi dito pelos Anunnaki.”  A publicação do primeiro livro, seu impacto, foi a compreeensão de que povos antigos, a começar pelos Sumérios, sabiam e descreviam e falavam de um planeta a mais no nossso sistema solar. Não era uma descoberta como a de Plutão em 1930 (o qual os Sumérios conheciam há 6.000 anos atrás). Plutão foi uma descoberta  astronômica muito interessante, os livros didáticos tiveram que ser revisados. Mas para a pessoa média, o homem das ruas, realmente não fez nenhuma diferença. Nibiru, por outro lado, era uma história muito diferente. Se existe Nibiru, (e este é o planeta que os astrônomos de nossos dias chamam de planeta X) então os Anunnaki existem.

Assim, a existência de Nibiru não é uma simples questão de mais um planeta em nosso sistema solar. Isto é diferente, porque se existe  Nibiru, e os Anunnaki existem, então a declaração da Suméria de que eles voltam a nossa vizinhança a cada 3.600 anos, e que por vezes no passado nos deram civilização, então não estamos sós e há pessoas mais avançadas do que nós em nosso sistema solar.
P – O que acontecerá da próxima vez ?
– Quem sabe como eles se sentirão a nosso respeito quanto voltarem? Será que decidirão nos dar mais conhecimento, e mais avanço técnico e mais civilização, ou eles decidirão que não somos bons, como aconteceu nos tempos do  Dilúvio, e tentarão se livrar de nós?

Então, o primeiro livro, estabelece os fundamentos e descreve o conhecimento  Sumério e conclui da existência de um planeta a mais e realmente é a chave para a compreensão do que seja tudo isto. Que são as lendas do Gênesis, o que são as lendas da criação, qual foi o nosso passado, e uma maneira pela qual será o futuro.
P – O que mais você pode nos dizer sobre os Anunnaki, se temos livre arbítrio ou se isto é deteminado pelos mesmos Anunnaki?
– Me perguntaram, “Eles se parecem conosco?” e eu disse, não, nós nos parecemos com eles. Eles nos fizeram por engenharia genética. Eles dispararam a arma da evolução, e nos fizeram parecer fisicamente com eles, e sermos parecidos emocionalmente. Isto é o que diz a Bíblia quando diz: “Vamos fazer  Adão a nossa semelhança e imagem.” Fisicamente, externa e internamente. Tanto quantos eles assim sejam, assim somos nós.
Há uma tremenda diferença quanto ao período de vida. É isto que dá a noção da imortalidade deles. Porque um ano deles é uma órbita deles ao redor do Sol. Assim, um ano deles equivale a 3.600 anos nossos. Esta é diferença chave entre eles e nós.
Então há a diferença entre o avanço texcnológico deles que os capacita não apenas a viajar no espaço, e ter viajado a meio milhão de anos atrás, mas também reviver os mortos e fazerem outras coisas que nos tempos bíblicos eram consideradas milagres.
Sinto que exatamente como eles vieram a Terra e nos criaram por meio de engenharia(…)

A Mitologia assírio-babilônica

I. Visão geral (incluindo a história regional)

II. Então, essas são apenas como as divindades sumérias certo?

III. Quem eram os deuses e heróis dos babilônios?

A. Os deuses mais velhos

B. Os Anunnaki jovens e Igigi

C. Os deuses ctônico

D. Os heróis e monstros

IV. E o Submundo e o Céu e tudo o que?

V. Ei! Eu li que Cthulhu é realmente um deus sumério ou babilônico, como é que ele não está lá sob Kutu?
VI. Assim, em AD & D, Tiamat é esse o mal de cabeça de dragão de cinco anos, mas tenho-a do Enuma Elish, certo? E sobre o seu homólogo, Bahamut?

VII. Ouvi dizer que existem paralelos na literatura bíblica da Babilônia. Quais são eles afinal?

VIII. De onde você tirou essa informação e onde posso encontrar mais?

I. Visão geral (incluindo a história regional)

Primeiramente, algumas definições: Mesopotâmia, em geral, refere-se à área do rios Tigre e Eufrates. Assíria, foi a porção norte da Mesopotâmia, que a capital era Assur (até 883 aC, quando ele foi transferido para Calá / Nimrud) e cujo alcance incluiu a grande cidade de Nínive (Ninua). Suméria refere-se à região do delta do Sul, cuja principal cidades incluídas Ur, Uruk e Eridu. Akkad era uma região ao norte da Suméria, que incluiu a área ao redor de Bagdá moderna, bem como os sítios arqueológicos da Babilônia, Kish e Nippur.

A organização política da região era basicamente um conjunto de cidades-estados. Sargão de Agade (2371-16 aC), uniu as regiões da Suméria e Acad. Seus descendentes acabou perdendo o controle do império, devido a pressões dos hurritas, hititas e outros invasores, para não mencionar as pressões internas. Na Suméria sul novamente conquistado ascendência, dominado pelo Estado Ur-cidade. Suméria, em seguida, entrou em colapso com os amorreus por volta de 2000 aC. Eles criaram muitas sub-reinos, incluindo a Assíria e da Babilônia.

Assíria alcançou um breve período de dominação sob Shamshi-Adad (1813-1781 aC), mas foi logo substituído por Babilônia sob Hamurabi (Hamurabi) (1792-1750 aC) que estabeleceu que uma vez foram pensados para ser os primeiros códigos de leis escritas (mais recente descobertas incluem códigos de leis de um casal séculos antes de Hamurabi). A primeira dinastia da Babilônia havia começado em 1894 aC, coincidindo com o período do Velho Babyonian da literatura. Ele entrou em colapso em 1595 aC, quando os hititas demitiu seu capital de mesmo nome.

Assíria havia sido tomada pelos Mitanni (um reino hurrita falando), mas estabeleceu a sua independência em meados do século 14 aC. Sob Tukulti-Ninurta I Assíria dominava o Crescente Fértil inteiro no final do século 13. Na época de Tiglate-Pileser I, cerca de um século mais tarde tinha dirigido mais a atenção está voltada para o oeste do Levante, no Ocidente e perdeu o controle da Babilônia e do sul. Lentamente, a Assíria começou a expandir novamente, atingindo seu ápice entre 750 e 650 aC sob os governantes Tiglate-Pileser III, Sargão II, Senaqueribe e Ashuribanipal (668-627 aC). O império ruiu dos invasores com a queda de Nínive Nabopalasar da Babilônia em 612 aC eo império morrendo em 605 aC.

Enquanto isso, a Babilônia tinha sido reafirmar-se. Nabopalasar tinha começado a dinastia caldéia durante seu governo a partir de 625 aC. Este período é também conhecido como o período Neo-Babilônico, embora esse termo também descreve a linguagem da época. Sob o filho Nabopalasar Nabucodonosor II, Babylon expandiu para o oeste, tendo Jerusalém em 586 aC. Babilônia caiu em meados dos anos 540 a Ciro, o persa, cujo império durou até 300 atrasados aC, quando Alexandre da Macedônia estabeleceu o seu império e rebatizou a área “Mesopotâmia”. (Veja também Shawn Bayern de História da Babilônia )

II. Então, esses caras eram apenas como o direito Deidades sumérios?

Bem, alguns deles eram em sua maioria, como as deidades sumérias, mas como você poderia esperar, eles têm suas próprias torções e diferenças. Em geral, as relações se por:
nome sumério Nome babilônico

Um Anu
Ki / Ninhursag Aruru , Mammi
Enlil Ellil
Enki Ea
Nanna Sin
Inanna Ishtar
Utu Shamash
Ninlil Mullitu, Mylitta

Este não é um corte seco e relação. e babilônico nomes sumérios aparece no documento da Babilônia mesmo, por vezes referindo-se à mesma entidade. Além disso, existem numerosas variações locais desses nomes divindades que, na próxima seção, como “opcional” nomes aparecem entre parênteses após o nome mais prevalente.

III. Quem eram os deuses e os heróis dos babilônios, então?

A. O mais velho (genealogicamente) Deuses:

Apsu

“A Epopéia da Criação (Enuma Elish): Tablet I”

Ele é o oceano subterrâneo, o progenitor dos céus ( Anshar ) ea terra ( Kishar ) e pai de Lahmu e Lahamu . Ele não conseguia sufocar o barulho deles ou de seus filhos, então ele foi conivente com seu vizir Mummu ao silêncio os deuses e permitir que seu companheiro de Tiamat para descansar, depois de Tiamat se rejeitou a idéia. Ea descobriu sobre seus planos, lançou um feitiço do sono sobre ele eo matou.
(Pp. 232-235 Dalley, 318)

Tiamat

“A Epopéia da Criação (Enuma Elish): Tábuas I-III”
Ela é caos primitivo, portador dos céus ( Anshar ) ea terra ( Kishar ) e mãe de Lahmu e Lahamu . Tradicionalmente concebido como uma serpente ou dragão de algum tipo, essa idéia não tem qualquer base no Enuma Elish si. Dentro desse trabalho de sua descrição física contém, uma cauda, a coxa, “partes baixas” (que agitar juntos), uma barriga, um úbere, costelas, pescoço, uma cabeça, um crânio, olhos, narinas, boca, lábios e . Ela tem entranhas, um coração, artérias e sangue. O clamor dos deuses mais jovens perturbados, mas ela continuou a conceder-las.

Quando o seu companheiro de Apsu e seu vizir Mummu sugeriu que eles matam os jovens deuses, ela ficou furiosa, então acalmou-se e rejeitou o plano. Seus deuses subserviente inquieto goaded-la em ação depois de Apsu é morto. Eles se prepararam para a guerra contra os outros deuses. Como Mãe Hubur, (o rio subterrâneo, que todas as coisas da moda), ela deu à luz serpentes gigantes com veneno para o sangue, e os dragões camuflada com um esplendor divino ainda com um semblante terrível, para a guerra. Ela reuniu uma serpente com chifres, um mushussu-dragão, um Lahmu-herói, um ugallu demônio, um cão raivoso, um homem-escorpião, umu-demônios, um peixe-homem, um touro-homem, e outras onze debaixo de seu campeão e amante novo, Qingu . Ela deu Qingu a Tábua dos Destinos para facilitar seu comando e ataque.
(Pp. 231-249 Dalley)

“A Epopéia da Criação (Enuma Elish): Comprimidos IV-V”

Marduk veio com seu exército para atacá-la. A estratégia Qingu inicialmente confundiu, e Tiamat tentou encantar-lo, lançando piadas com ele. Ela foi recusada e incitado o único combate com Marduk. Ela continuou a lançar seu encanto e Marduk rendeu a ela, e jogou um vento para ela. Ela tentou engoli-lo e foi desfeita – tiro, distendido, cortado em dois e cortou o coração. Seu crânio esmagado anunciava sua morte, e metade de seu corpo foi utilizado para o teto até o céu. Seus olhos se tornaram as fontes dos rios Tigre e Eufrates.
(Pp. 249-257 Dalley)

Lahmu e Lahamu

‘Peludo a um’ ou ‘enlameada’, eles têm três pares de cachos, e estamos nus, exceto por uma faixa tripla. Dalley (p. 324)

“A Epopéia da Criação (Enuma Elish)>): Tábuas I-III”

Eles foram os primeiros filhos de Tiamat e Apsu . Kappa foi enviado para buscá-los por Anshar , para ajudar a expulsar Marduk em sua luta com Tiamat e se reuniu ao seu lado. Eles atenderam e ajudaram a encontrar um relicário principesco para Marduk. (Dalley pp. 232, 244-249)

Anshar

– ‘Céu inteiro “El
e é o pai de Anu eo filho de Tiamat e Apsu . Ele é muitas vezes emparelhado com Kishara , e suas qualidades foram assimiladas com Ashur . Quando Ea soube da planejada guerra Tiamat, Anshar tentou incitá-lo em seu primeiro ataque, mas foi rechaçado. Virou-se para Anu eo enviou em missão de paz para Tiamat, mas voltou Anu vencida. Uma assembléia foi convocada e Marduk saiu na Ea’s exortando, prometendo entregar derrotado corpo de Tiamat para os pés Anshar. Exigiu da assembléia a promessa de que seria dado a liderança do panteão depois que ele é vitorioso. Ele tinha Kappa reunir Lahmu , Lahamu , e os outros deuses juntos para enviar Marduk em sua luta e rally-los para seu lado. Quando eles chegam, ajudar a encontrar um santuário principesco para Marduk.

Kishar
– “Terra inteira”, Ela é a mãe de Anu eo filho de Tiamat e Apsu .
Anu

– Para o “céu”, um céu, deus pai e rei dos deuses. Sumérios Ele é o filho de Anshar e Kishar céu. Ele vive em terceiro. O Eanna em Uruk foi dedicado tanto para ele e consorte. Sua primeira consorte foi Antu. Eles produziram os Anunnaki – os deuses do submundo, e os utukki – os sete demônios. Sua consorte segunda Innina ( Ishtar ). Ele é um deus dos monarcas e não é fácil para as pessoas comuns. Ele é um “Rei dos Igigi”. Ele é atribuído o céu como seu domínio em ‘Atrahasis’. Sua “kishru’s (estrelas cadentes) tem força incrível. Ele tem a habilidade que qualquer coisa que ele põe em palavras, torna-se realidade. Ele é Niudimmud’s ( Ea ) do pai.

Quando Anzu roubou a Tábua dos Destinos de Ellil , ele ligou para um dos deuses para matar Anzu e, assim, aumentar consideravelmente a sua reputação.

Ele deu a Marduk os quatro ventos para jogar. Ele fez um redemoinho e uma onda de cheia e agitada Tiamat de propósito. Quando é retaliação Tiamat para Apsu é a morte “foi descoberta, Anshar o enviou em missão de paz a ela, mas ele retornou sem sucesso. Ele ajuda a formar o relicário principesco para Marduk antes de sua batalha com Tiamat, e dá-lhe o Anu-poder de decretar os destinos, de modo que sua palavra é lei.

Ele chama Dumuzi e Gizzida falar em nome de Adapa.

Ele e Terra pai Sebitti. Ele dá-lhes destino terrível e os poderes e as coloca em Erra comando s ‘, para ajudar na matança barulhento, as pessoas com mais populoso e animais.

Ele concorda em enviar o Touro do Céu, após Gilgamesh em nome de Ishtar, se ela tem a certeza que o povo de Uruk estão devidamente provisionadas para sete anos. Ele decreta que quer ou Gilgamesh , Enkidu deve morrer pelo assassinato de Humbaba eo Touro dos Céus. Ele envia Kakka para Kurnugi dizer Ereshkigal enviar um mensageiro para receber um presente dele.
(Veja também os sumérios Um e os heteus Anus )

Símbolo: brilho sagrado encimado pela tampa divina chifres.

Sagrado Número: 60
Astrological região: equador celeste
Sagrado animal: o celestial Bull

Antu (m)

– Sumério para “a terra”, ela é um gás incolor sendo que foi a primeira consorte de Anu . Eles produziram os Anunnaki – os deuses do submundo, e os utukki – os sete demônios. Ela foi substituída por Isthar ( Inanna ), que às vezes é sua filha.

Aruru (Ninmah, Nintu, Ninhursaga , Belet ili, Mami )

-Ela é a deusa-mãe e foi responsável pela criação do homem com a ajuda de Enlil e Enki . Ela também é chamada de deusa ventre, e parteira dos deuses. Agindo em Ea s aconselhamento e orientação, ela barro misturado com o sangue do deus Geshtu-e , a fim de moldar e nascimento sete homens e sete mulheres. Essas pessoas iria suportar a carga de trabalho dos Igigi. Ela também acrescentou que a criação de Gilgamesh , e, ao Anu comando s ‘, fez Enkidu em sua imagem Anu por beliscar um pedaço de argila, atirando-o para o deserto, e nascimento lá . Ea chamou para oferecer seu amado Ninurta como aquele que deve caçar Anzu . Ela faz isso. (Veja também o heteu Hannahannas )

Mammetum

– O fabricante ou a mãe do destino.
Nammu

– Uma das “deusas puro”, Ea a mãe, em associação com água fresca.
B. Os Anunnaki, Igigi, e os deuses mais jovens

Ellil ( Enlil ) – sumério para “vento / tempestade-deus”.

Inicialmente, o líder do panteão, desde então ele renunciou a sua vaga para Anu . slayer Possíveis Enmesharra e vingador de seu pai Anu. Seu papel nesta era upplanted por Marduk pelos babilônios. Ele é um deus-humorado curta, que foi responsável pela grande inundação. Ele é o criador da humanidade. Ele é pensado para favorecer e ajudar aqueles em necessidade. Ele guarda o “comprimidos de destino”, que lhe permitem determinar o destino de todas as coisas animadas ou inanimadas. Eles já foi roubado dele por Zu, uma tempestade de aves (um pássaro com algumas qualidades humanas). Eles foram recuperados e Zu enfrentou julgamento por Ellil. Sua consorte é Ninlil , seu ministro-chefe é Nusku . Ele era também o deus da terra e da terra. Ele é um “Rei dos Anunnaki”. Ele era o guerreiro conselheiro. Ele eo seu povo receber a terra em ‘Atrahasis’. Seu templo é Duranki.

Quando os Igigi se rebelou contra ele, e cercaram sua casa e pediu para Anu. Depois que o homem foi criado em resposta a Igigi de queixas a ele se cansou de seu ruído e lançou diversos desastres em cima deles, depois de cada um, o homem recuperou e, em seguida, ele lançou um novo. Os desastres incluídas doenças, enchentes, secas, e as grandes inundação. Ele designou Humbaba para guardar a floresta de cedro e aterrorizar a humanidade. Ele decretou que Enkidu deve morrer para o assassinato do Touro do Céu e Humbaba. Ele não responde Gilgamesh s fundamento “para restaurar a Enkidu à vida. Encontrou um trono para Etana a regra a partir de Kish. Ele nomeou Anzu como o guardião da sua câmara de banho, mas durante o banho, Anzu roubou-lhe a Tábua dos Destinos, e seu poder-Ellil. Ninurta , com Ea é aconselhar e Belet ili- ‘s insistência matou Anzu e recuperou a Tablet dos Destinos. (Veja também o heteu Ellil )
Símbolo: Sete pequenos círculos representam as Plêiades.

Sagrado Número: 50

Região Astrológica: ao norte de “o caminho de Anu”, ou seja. 12 graus ao norte do equador.

Ea ( Enki , Nudimmud)

– Deus das águas. Ele está encarregado do parafuso que impede o mar. Ele sabe tudo. Ele é o “Senhor da Sabedoria” e “Senhor dos Encantamentos”. Quando ele fala, de uma coisa, ela será feita. Ele é o filho de Anu , mas às vezes ele é o filho de Anshar . Dumkina é o seu consorte. Ele criou Zaltu como um complemento à Ishtar . Ele descobriu a trama de Apsu e Mummu , colocou Apsu sob um feitiço do sono, e matou-o e coloque Mummu em um daze, o amarraram eo matou. Ele, então, nomeou seu trimestres Apsu, o oceano subterrâneo que suporta o mundo. Ele e Damkina produzidos Bel e Marduk . (Bel é provável que seja um outro nome para Marduk.)

Ele aprendeu que Tiamat estava planejando uma guerra de vingança contra os deuses. Seu pai Anshar tenta instigá-lo a fazer o primeiro ataque contra Tiamat, mas Ea rebate ele. Quando é missão de paz Anu falha, ele insiste Marduk em ação.

Ele sugere o método de criar o homem, em resposta à sobrecarga de trabalho dos Igigi. Como Patrono da humanidade, ele é o instrutor de todas as artes, a escrita, construção, agricultura, e da magia. Ele aconselha a humanidade quando os outros deuses que lhes fazer mal. Ele concedeu a Adapa conhecimento, para ensinar a humanidade. Quando Adapa usou este conhecimento para quebrar a asa do Vento Sul, ele amaldiçoou e lhe disse para se queixar de Dumuzi e Gizzida s ausência “de Anu. Enquanto no tribunal de Anu, ele aconselha Adapa a não comer o pão da vida eterna (para que ele não perder a sua vida na terra). Ele se recusa a inundar a humanidade por Ellil . Eventualmente, ele adere, mas só depois de aconselhar Atrahasis para construir um barco em que ao tempo do dilúvio.

Ele diz a Nergal para permitir Enkidu é espírito “para visitar com Gilgamesh . Quando Ea é informado de Ishtar de prisão é o Submundo, ele cria “Sua aparência é brilhante ‘para ficar em Ereshkigal ‘s portão e maduro o humor dela e ter-lhe fazer um juramento por grandes deuses. Ele instrui Nergal sobre como construir o trono de presente para Ereshkigal, e esconde-o com água de nascente para escondê-lo de Namtar depois que ele voltou do submundo.

Quando Anu e os deuses não conseguiu localizar um voluntário para matar Anzu , ele disse à Igiggi que ele iria escolher um. Ele instrui Belet-ili / Mami para enviar Ninurta para matar Anzu e, através Sharur Ninurta aconselha sobre como derrotar a criatura. (Veja também os cananeus Heyan aka Kothar-u-Khasis e os heteus Ayas )

Símbolo: Carneiro de cabeça, peixe-cabra (uma cabeça de cabra sobre o corpo de um peixe)
Sagrado Número: 40

Astrological região: 12 graus sul no céu (inclui Peixes e Aquário)

Mummu

– O deus artesão. Ele é inerente à Ea e Apsu s vizir. Ele gosta muito de Apsu e conspira com ele para dispersar os jovens deuses quando perturbar Tiamat , mesmo depois de Tiamat rejeita o plano. Ea descobriu sobre seu plano, enspelled ele e amarrou.
Qingu (acima de ortografia – Kingu)

– Tiamat é líder de batalha “e segundo marido / amante depois de Apsu . Ele é promovido e valorizado para uma posição de liderança entre as fileiras. Tiamat coloca a Tábua dos Destinos em sua posse, dando-lhe o Anu -poder, de tal forma que sua palavra é lei e afeta a realidade. Ele dá o seu fogo-quenching respiração exército e veneno paralisante. Sua estratégia de batalha inicialmente confunde Marduk . Ele é derrotado por Marduk e contado entre os deuses mortos. Por sua parte na guerra, ele foi feito por Marduk para fornecer o sangue para a criação do homem – tomando o papel que Geshtu eletrônico leva em outras versões da criação da história do homem.

Sin ( Nanna r)

– Deus da lua, filho de Enlil . Ele tem uma barba de lápis-lazúli e monta um touro alado. Sua consorte é Ningal . Ele é o pai de Shamash . Ele não responde Gilgamesh s fundamento “para restaurar a Enkidu à vida.
Símbolo: Crescente
Sagrado Número: 30
Esfera de influência: a, calendários, vegetação, fertilidade do gado lua

Ningal

– Consorte do Pecado , a mãe de Shamash
Ishtar (, Irnini Ishhara, Inanna )
Ela é Anu é segunda consorte, filha de Anu e Antum , (às vezes filha de Sin ), e às vezes a irmã de Ereshkigal . Ela é a deusa do amor, da procriação e da guerra. Ela está armado com uma aljava e arco. Seus templos têm prostitutas especiais de ambos os sexos. Ela é muitas vezes acompanhada por um leão, e às vezes monta-lo. O Eanna em Uruk é dedicado tanto a ela e Anu. Como Irnini, ela tem uma parakku (-base trono) para a montanha do cedro.
“A Descida de Ishtar ao Mundo Inferior”
Ela determina que ir para o submundo. Ela ameaçou destruir o portão e ressuscitar os mortos para que eles pudessem comer e superam os vivos a menos que o porteiro abrisse para ela. Ela possui o grande keppu brinquedo (um top chicotadas). Ela é permitido em pelo porteiro, que leva através de sete portas para Ereshkigal s reino ‘. Por’s ritos Ereshkigal, ela é despojado de itens de vestuário como ela passa através de cada uma das portas: a coroa do seu primeiro, depois os brincos dela, então o seu colar, então ela tudditu (alfinetes de peito), então a correia do seu de birthstones, então seu pulso e pulseiras de tornozelo, e, finalmente, seu vestuário. Embora no submundo, criaturas sem envolvido em atos de procriação. Ela foi mantida em Egalgina e trazido por Namtar após ser polvilhado com a água da vida, e depois “Sua aparência é brilhante ‘foi amaldiçoado. Ela é levada de volta através das portas, devolveu sua indumentária, e libertado em troca de Dumuzi (Tammuz).

(Imagem do Instituto Oriental na U. Chicago)
“A Epopéia de Gilgamesh”
Ela amou Tammuz na sua juventude, embora ele passa metade do ano no mundo inferior lamentações. Ela amou um leão, um garanhão, um pastor, todos os quais ela exigiu grandes sacrifícios de e abandonado. Adorava Ishullanu, um jardineiro, que ofereceu seus frutos, mas ficou surpreso quando ela revelou-se a ele, então ela o transformou em um sapo.
Depois de Gilgamesh limpa a si mesmo, após a derrota de Humbaba , ela lhe pede para ser seu amante e marido, e oferece-lhe muitos presentes e as homenagens de governantes terrenos e reinos. Ela é rejeitada, tanto por causa de sua natureza divina, e como um amante do justo-tempo. Ishtar pede a Anu para enviar o Touro do Céu para matar Gilgamesh, e ele concorda.

(Veja também o heteu Shaushka e os cananeus Astarte e Anat )

Símbolo: uma estrela de oito ou dezesseis pontas
Sagrado Número: 15
Astrological região: Dibalt (Vênus) ea Bowstar (Sirius)
Sagrado animais: leão, (dragão)

Siduri
– A garçonete, uma manifestação de Ishtar, que mora na beira do mar, além do que é a Terra da Vida, onde Utnapishtim vidas. Ela fala com Gilgamesh . Ela veste um véu.
Shamash (Babbar, Utu )
Shamash é o deus sol, filho de Sin e Ningal . Ele sobe as montanhas com raios fora de seus ombros. Ele entra e sai do submundo através de um conjunto de portas na montanha (saídas do Monte. Mashu, “Gilgamesh IX ii) guardado por escorpião pessoas. Ele viaja tanto a pé como em uma carruagem, puxada por mulas de fogo. Ele defende a verdade ea justiça. Ele é um legislador e informa oráculos. Nergal é um aspecto corrupto de sua natureza.
“Etana”
Em Kish, a águia ea serpente fez um juramento para Shamash de que não ultrapassou os limites de Shamash. A águia quebrou o juramento e comeu os ovos da serpente. Shamash, “cuja rede é tão grande como a terra”, disse a serpente como servir a justiça águia. A serpente atraiu a águia com uma carcaça de touro e capturá-lo. A águia pediu para ser poupada ea serpente recusou, dizendo que é castigo Shamash cairia sobre ele, se não cumpri-la. Ele cortou as asas da águia e deixou-a morrer em um buraco. A águia orou para Shamash por misericórdia, e Shamash recusou-se a ajudar pessoalmente, mas enviou Etana para ajudar a águia. Ele concordou em ajudar o problema da infertilidade Etana se Etana ajudaria a águia.

“Epopéia de Gilgamesh”
Ele ama Gilgamesh , odeia o mal e instiga a busca de Gilgamesh contra Humbaba , guiando-o e recebendo orações dele ao longo do caminho. Ele tenta interceder para Ellil em Enkidu s nome, mas não tem êxito. Ele repreende Enkidu para amaldiçoar o assediador ea prostituta do templo para trazê-lo para fora da selva.
Veja também os heteus deus-Sol e os cananeus Shapshu .
Símbolo: disco solar com uma estrela de quatro pontos no interior com os raios vindos de entre os pontos. Um disco alado.
Sagrado Número: 20

Aia
– Shamash é consorte
Kakka
Anshar e Anu s vizir, que é enviado para Kurnugi entregar Ereshkigal a mensagem que Anu pretende entregar um presente para ela através de um de seus mensageiros. Anshar envia-lo de volta até Lahmu e Lahamu para enviar Marduk para sua batalha com Tiamat e reunir-los para seu lado.
Ninlil
Ellil s consorte.
(Ver também a Ninlil suméria .)
Nusku
o deus do fogo e Ellil s vizir.
Gerra (Gibil)
– O deus do fogo, Anunitu ( Antu o filho “). Ele se desespera e não ataque Anzu após Anzu roubou a Tábua dos Destinos de Ellil .
Ishum (‘Hendursanga – sublime’ maça)
– Ele é o deus do fogo, e é perito em usar armas. Ele ilumina o caminho diante de Erra e do Sebitti. Ele aconselha Erra contra Marduk atacante ou o seu povo na Babilônia. Quando Erra leva Marduk s lugares, Ishum convence-lo contra a destruição Babilônia, finalmente apaziguar-lhe a promessa de que os outros deuses que se reconhecem como seus servos.
Kalkal
– Ellil s porteiro “em Nippur.
Dumkina
– Ea s amante, mãe de Bel e Marduk (Bel nota é provável que seja mais um título para Marduk).
Nash (Nanshe)
– Uma das “deusas puro”, Ea a filha. Seu centro de culto é Sirara perto de Lagash.
Zaltu
– “Briga”, criada pela deusa Ea para complementar Ishtar .
Ninurta (compartilha algumas características com Ningrisu)
Chamberlain dos Anunnaki, o deus da guerra, o campeão da terra. Ele é o filho de Ellil e Mami . Ele nasceu em Ekur, o templo Ellil em Ekur. Ele é responsável por cerca de irrigação em pequena escala. Ele tem um arco e flecha, às vezes eles são envenenados. Ele também carrega a maça, Sharur, que pode atuar como um mensageiro entre Ninurta e outros seres (nomeadamente Ea ). Ele pode empacotar o Sete de batalha, que pode gerar furacões.
Amarrou a montanha de pedras em sua fúria, conquistou a Anzu com sua arma e matou o homem-touro no interior do mar. (Dalley p. 204).

Após a Tábua dos Destinos foi roubado, Bêlit-ili , no conselho de Ea, instruiu-o a matar Anzu. Inicialmente, seu ataque era inútil, mas Sharur retransmitida conselhos de Ea para ele, que, quando foi realizado permitiu-lhe matar Anzu em um grande ataque. recuperar a Tábua dos Destinos de Ellil. Ele Nissaba realiza uma cerimônia de purificação sobre ele e ele recebe os novos nomes a seguir e santuários: Duku – “monte santo” em sumério, Hurabtil – um Deus elamita, Shushinak – deus patrono da cidade elamita de Susa , Senhor do Segredo, PABILSAG – deus da cidade antediluviana Larak, Nin-Azu – deus da Eshunna, Ishtaran – deus do Der, Zababa – guerreiro deus de Kish, Lugalbanda – Gilgamesh Lugal-Marada – deus patrono, é pai Marad, Warrior Tishpak – semelhante ao Nin-Azu, guerreiro de Uruk, Senhor da Fronteira-Arrow, Panigara – um deus guerreiro, e Papsukkal – vizir dos grandes deuses.

Ninsun

Conhecida como “o grande vaca selvagem” ea grande rainha, ela é Gilgamesh a mãe de e Lugalbanda ‘s mate. Ela é sábia, ‘sabe tudo’ e interpreta os sonhos de Gilgamesh. Ela oferece incenso e bebida para Shamash e questiona sua decisão de enviar Gilgamesh contra Humbaba . Ao fazer isso, ela usa uma tiara na cabeça e um ornamento em seu peito. Ela adota Enkidu antes da missão contra Humbaba.
Marduk

– Filho de Ea e Dumkina . Ele suplanta o babilônico outras divindades para se tornar a figura central de seu panteão. Ele é um “Rei dos Igigi” Muitas vezes ele trabalha e faz perguntas de seu pai. Ele tem cinqüenta nomes, muitas das quais são aqueles de outras divindades cujos atributos ele usurpou. Foi de forma orgulhosa e olhar penetrante, nascido maduro, poderoso e perfeito e superior. Ele tem quatro olhos, quatro ouvidos, e emite fogo de sua boca quando fala. Ele também é dotado de magia.
Anu deu-lhe os quatro ventos para jogar. Quando é missão de paz Anu para Tiamat falhar, Ea insta-lo em ação. Ele vai antes de Anshar ea assembléia divina e declara que ele irá derrotar Tiamat e colocar sua cabeça a seus pés, mas que a assembléia deve prometer que ele deveria ser o único que pode consertá destinos e mais ou menos assumir o papel de líder do panteão. Anshar, Lahamu , Anu e encontrar-lhe um santuário de Anu e infunde-lhe o Anu-poder nas quais, sua palavra destino decretos. Ele é proclamado rei e investido com o cetro do trono, e ao pessoal do escritório. Ele recebe uma arma unfaceable, a inundação de armas. Ele toma um arco e flecha e maça. Ele coloca um raio na frente dele, os marechais seus ventos, faz com que uma rede para cercar Tiamat, enche o corpo com chamas. Ele monta sua tempestade carruagem movida pelo Slayer, impiedoso, Racer, e Flyer, veneno de dentes, corcéis incansável. Ele tinha uma magia nos lábios e uma anti-toxina em suas mãos. Ele liderou os deuses para a batalha. (P.251-252 Dalley)

Qingu da estratégia “confundiu-lo. Tiamat tentou encantar wheedled ele e para ele. Marduk censuras, chamando-lhe para fora para um combate. Ela perde a paciência e eles lutam. Ele solta suas armas para ela, seu corpo distendido com ventos, atirou em sua barriga com uma seta, dividido-a em dois e cortou o seu coração. Ele derrota o resto de suas forças e recupera a Tábua dos Destinos.

Ele esmagou o crânio de Tiamat para anunciar a sua morte e fez metade do seu corpo o telhado do céu. Ele nivelou Apsu, mediu e estabeleceu numerosos santuários para muitos dos deuses. Ele montou estandes para os deuses, os céus construídos e regulados do ano, dando Shamash algum domínio sobre o mês eo ano. Ele fez os rios Tigre e Eufrates, a partir dos olhos de Tiamat e fez montes dela úberes. Ele quebrou as armas do exército do Tiamat e colocar as imagens deles às portas do mundo subterrâneo. Ele montou seu templo em Esharra eo seu trono na Babilônia. Os deuses honrado como rei. Ele colocou sangue e ossos juntos, como e feito o homem primitivo a suportar o trabalho dos deuses, como no Atrahasis. Para a parte Qingu na guerra, ele foi feito para fornecer o sangue para a criação do homem. Ele dividiu os Anunnaki e colocou 300 para guardar o céu, e seiscentos habitam no céu e na terra. Ele tinha-lhes criar Babilônia construção do templo e um zigurate Esagalia alta. Anshar deu-lhe muitos nomes novos: 1. Asarluhi, 2. Marduk, 3. O Filho, A Majestade dos Deuses, 4. MARUKKA, 5. Mershakushu, 6. Lugal-dimmer ankia (Rei do céu e da terra), 7. Bel, 8. Nari-Lugal-dimmer ankia, 9. Asarluhi, 10. Namtila, 11. NAMRU, 12. “Asare, 13. Asar-Alim, 14. Asar-Nuna-Alim, 15. Tutu, 16. Zi ukkina, 17. Ziku, 18. Agaku, 19. Shazu, 20. Zisi, 21. Suhrim, 22. Suhgurim, 23. Zahrim, 24. Zahgurim, 25. Enbilulu, 26. Epadun, 27. Gugal, 28. Hegal, 29. Sirsir, 30. Malah, 31. Gil, 32. Gilima, 33. Agilima, 34. Zulum, 35. Mummu, 36. Zulum-ummu, 37. Gizh-Numun AB-, 38. Lugal-ab dubur, 39. Pagal Guena, 40. Lugal Durmah, 41 Aranuna., 42. Dumu-Duku, 43. Lugal-Duku, 44. Lugal shuanna, 45. Iruga, 46. Irqingu, 47. Kinma, 48. Kinma, 49. E sizkur, 50. Addu, 51. Asharu, 52. Neberu, 53. Enkukur. Ele torna-se um legislador e juiz empresa que, quando irritado não é inescapável.

Mais tarde, ele se torna um tanto negligente e Erra desafia-lo, se preparando para atacar o seu povo na Babilônia. Ele responde ao desafio, dizendo que ele já matou a maioria das pessoas no dilúvio, e não faria isso novamente. Ele também afirma que ninguém poderia estar no controle das coisas, se ele desceu do seu trono para trabalhar até uma inundação, a Erra voluntários que para executar as coisas a partir do trono de

Marduk.

Bel (cananeu Baal )

Mais inteligente do inteligente e sábio dos deuses, ele é o filho de Ea e Dumkina . Esse nome (que significa “senhor”) é mais provável referindo-se a Marduk .

Ashur (Um senhor, Arusar, um shar, Assur)

deus da Assíria e da guerra. Ele é um “Rei dos Igigi”
Símbolo: disco alado envolvendo parte superior do corpo, enquanto ele atira uma flecha.

Shullat
– Shamash s servo “.

Papsukkal

– Vizir dos grandes deuses, filho de Sin . Apesar de Ishtar foi o Submundo, ele se tornou sombrio e Sin informado e Ea desta situação.
Hanish

– O servo do deus do tempo.
Adad (os cananeus Hadad , o sumério Ishkur , o Hurrian Teshub , os cananeus / egípcio Resheph , Rimom)
uma tempestade deus Anu é filho “. Ele tem um raio na mão direita e um machado na mão esquerda. Ele é parcialmente responsável pela inundação. Ele se desespera e não ataque Anzu após Anzu roubou a Tábua dos Destinos de Ellil .

Sagrado Número: 6
Sagrado animal: Bull
Shara
– Anu e Ishtar o filho. Ele se desespera e não ataque Anzu após Anzu roubou a Tábua dos Destinos de Ellil .
Nin-ildu
– O carpinteiro deus. Ele carrega o machado pura do sol.
Gushkin banda-
– Criador de Deus e do homem, Deus ourives.
Nin-AGAL

– Patrono senhor braço-forte “deus dos ferreiros. Ele mastiga cobre e faz ferramentas.
C. Os Anunnaki e outras divindades ctônico e demônios

Ereshkigal (Allatu)

– Suprema deusa do submundo. Nergal é seu consorte. Ela é muitas vezes considerado Ishtar é irmã “. Quando irritado, o rosto cresce lívido e seus lábios crescer preto.
Ela não sabe porque Ishtar iria visitá-la, mas ela permite-a, de acordo com os ritos antigos. Ela instrui Namtar para lançar seu sobre doenças Ishtar. Quando “Sua aparência é brilhante ‘tenta convencê-la a fazer o juramento, que o amaldiçoa. Ela tem lançamento Namtar Ishtar, em troca de Dumuzi .

Anu envia Kakka para ela com uma mensagem e, em seguida, envia Nergal dar-lhe um trono sobre o qual ela se sentar e decidir. Ela oferece comida Nergal, bebida, um escalda-pés, e atrai-lo com seu corpo. Eventualmente ele sucumbe e eles dormem um com o outro durante sete dias. Ela está furiosa quando ele quer sair. Ela envia Namtar ao céu para pedir que Anu, Ellil e Ea enviar Nergal para ela como um dos poucos favores que ela já teve. Se não, ela vai ressuscitar os mortos e eles vão comer e superam os vivos. Nergal é trazido de volta. Em algumas versões do mito, Nergal assume o controle do atendimento demônios de Namtar Ereshkigal e agarra pelos cabelos. Nessa posição, ela propõe casamento a ele. Em ambas as versões são casados. (Veja também sumérios Ereshkigal e os heteus Lelwanis )

Bêlit-tseri
escriba comprimidos do submundo. Ela se ajoelha diante de Ereshkigal .
Namtar (a)
– Fate-o Cutter, Ereshkigal é mensageiro e vizir, o arauto da morte. Ele comanda as doenças e sessenta, que são agrupados pela parte do corpo que elas afetam. Ofertas para ele pode afastar doenças. Ele toma Ishtar para fora do Underworld no comando do Ereshkigal. Ele age como seu mensageiro para Anu .
Sumuqan
– O deus do gado, ele reside no submundo, em Ereshkigal s tribunal “.
Nergal (Erragal, Erra , Engidudu
– ‘lord who prowls by night’) -, the Unsparing, god of the underworld, husband of Ereshkigal , lover of Mami . As Erra he is a hunter god, a god of war and plague. He is submissive to Ea . He can open the doorposts to the underworld to allow the passage of a soul.
He achieved his post by refusing to stand before an address of Namtar. When Ereshkigal called him to be punished, he dragged her off of her throne by the hair, and threatened to decapitate her. She offered him the position as her consort and he accepted.

He is an evil aspect of Shamash . He allows Enkidu ‘s spirit to visit Gilgamesh at the behest of Ea. He is sometimes the son of Ea. Prior to his first journey to the underworld, he builds a chair of fine wood under Ea’s instruction to give to Ereshkigal as a gift from Anu . He is advised not to take part of the food, drink and entertainment offered there. He is tempted by Ereshkigal and eventually succumbs, sleeping with her for seven days. He then takes his leave, angering her. The gatekeeper lets him out and he climbs the stairway to heaven. He hides from Namtar in heaven, but is discovered and returns to the underworld to marry Ereshkigal. In some versions, on the way back to the Underworld, he seizes control of Namtar’s attendant demons and grabs Ereshkigal by the hair. In this position she offers marriage.

He commands the Sebitti, seven warriors who are also the Pleadies, they aid in his killing of noisy, over-populous people and animals. He rallies them when he feels the urge for war, and calls Ishum to light the way. They prefer to be used in war instead of waiting while Erra kills by disease.

He regards Marduk as having become negligent and prepares to attack his people in Babylon. He challenges Marduk in Esagila in Shuanna/Babylon. Marduk responds that he already killed most of the people in the flood and would not do so again. He also states that he could not run the flood without getting off of his throne and letting control slip. Erra volunteers to take his seat and control things. Marduk takes his vacation and Erra sets about trying to destroy Babylon. Ishum intervenes on Babylon’s behalf and persuades Erra to stop, but not before he promises that the other gods will acknowledge themselves as Erra’s servants. (See also Sumerian Nergal

Irra
– plague god, underling of Nergal
Enmesharra
– Underworld god
Lamashtu
– a dread female demon also known as ‘she who erases’.
Nabu
– god of writing and wisdom
Nedu
– the guardian of the first gate of the underworld. (Dalley p. 175, “Nergal and Ereshkigal”). Also known as Neti to the Sumerians.
Ningizzia
– a guardian of the gate of heaven; a god of the underworld.
Tammuz ( Dumuzi , Adonis)
the brother and spouse to Ishtar , or the lover of her youth. He is a vegetation god. He went into the underworld and was recovered through the intervention of Ishtar. He is sometimes the guardian of heaven’s gates and sometimes a god of the underworld. He is friends with Ningizzia . He is exchanged for Ishtar in the Underworld. He guards the Gate of Anu with Gizzida .
Belili ( Geshtinanna )
– Tammuz / Dumuzi ‘s sister, ‘the one who always weeps’, the wife of Ningishzida .
Gizzida (Gishzida)
– son of Ninazu , consort of Belili , doorkeeper of Anu .
Nissaba (Nisaba)
– cereal grain harvest goddess. Her breast nourishes the fields. Her womb gives birth to the vegetation and grain. She has abundant locks of hair. She is also a goddess of writing and learned knowledge. She performs the purification ceremony on Ninurta after he has slain Anzu and is given his additional names and shrines.
Dagan (Ugaritic for ‘grain’)
– chthonic god of fertility and of the Underworld. He is paired with Anu as one who acknowledges directives and courses of action put forth in front of the assembly of the gods.
(See also the Canaanite Dagon )
Birdu
– (means ‘pimple’) an underworld god. Ellil used him as a messenger to Ninurta
Sharru
– god of submission
Urshambi
– boatman to Utnapishtim
Ennugi
– canal-controller of the Anunnaki.
Geshtu-e
– ‘ear’, god whose blood and intelligence are used by Mami to create man.
D. Demigods, heroes, and monsters:

Adapa (Uan)
– the first of the seven antediluvian sages who were sent by Ea to deliver the arts of civilization to mankind. He was from Eridu. He offered food an water to the gods in Eridu. He went out to catch fish for the temple of Ea and was caught in a storm. He broke the South Wind’s wing and was called to be punished. Ea advised him to say that he behaved that way on account of Dumuzi ‘s and Gizzida ‘s absence from the country. Those gods, who tended Anu ‘s gate, spoke in his favor to Anu. He was offered the bread and water of eternal life, but Ea advised against his taking it, lest he end his life on earth.
Atrahasis and Ut-napishtim,
Like the Sumerian Ziusudra (the Xisuthros of Berossus) or Noah from the Pentateuch, were the long-lived survivors of the great flood which wiped out the rest of humanity. In Atrahasis’ case, Ellil had grown tired of the noise that the mass of humanity was making, and after a series of disasters failed to eliminate the problem, he had Enki release the floodgates to drown them out. Since Enki had a hand in creating man, he wanted to preserve his creation, warned Atrahasis, and had him build a boat, with which he weathered the flood. He also had kept his ear open to Enki during the previous disasters and had been able to listen to Enki’s advice on how to avoid their full effects by making the appropriate offerings to the appropriate deities. He lived hundreds of years prior to the flood, while Utnapishtim lives forever after the flood.
Utnapishtim of Shuruppak was the son of Ubaratutu. His flood has no reason behind it save the stirrings of the hearts of the Gods. As with Atrahasis, Utnapishtim is warned to build an ark by Ea . He is also told to abandon riches and possessions and seek life and to tell the city elders that he is hated by Enlil and would go to the watery Abyss to live with Ea via the ark. He loads gold, silver, and the seed of all living creatures into the ark and all of his craftsmen’s children as well. After Ea advises Enlil on better means to control the human population, (predators, famine, and plague), Enlil makes Utnapishtim and his wife immortal, like the gods.

Etana
– the human taken to the sky by an eagle. He was the king of Kish. Ishtar and the Igigi searched for a king for Kish. Ellil found a throne for Etana and they declared him the king. He was pious an continued to pray to Shamash , yet he had no son. Shamash told him to where to find the eagle with the cut wings, who would find for him the plant of birth. He found the eagle, fed it, and taught it to fly again. Not being able to find the plant, the eagle had Etana mount on his back and they journeyed to Ishtar, mistress of birth. On flying up to heaven, Etana grew scared at the height and went down. Then after some encouraging dreams tried to ascend to heaven on the eagle again. They succeeded. Etana had a son, Balih.
Lugalbanda
– a warrior-king and, with Ninsun , the progenitor of Gilgamesh . He is worshipped, being Gilgamesh’s ancestor, by Gilgamesh as a god.
Gilgamesh (possibly Bilgamesh) and Enkidu
“Epic of Gilgamesh: Tablet I”
The son of the warrior-king Lugalbanda and the wise goddess Ninsun , Gilgamesh built the walls of the city Uruk, and the Eanna (house of An ) temple complex there, dedicated to Ishtar . He is two-thirds divine and one-third human. He is tall and a peerless warrior. He is the king and shepherd of the people of Uruk, but he was very wild, which upset his people, so they called out to Anu . Anu told Aruru to make a peer for Gilgamesh, so that they could fight and be kept occupied, so she created the wild-man Enkidu. Enkidu terrorizes the countryside, and a Stalker, advised by his father, informs Gilgamesh. They bring a love-priestess to bait Enkidu. She sleeps with him, and educates him about civilization, Gilgamesh and the city. Gilgamesh dreams about Enkidu and is anxious to meet him. Enkidu comes into the city Gilgamesh is on his way to deflower the brides in the city’s “bride-house” and the two fight. They are evenly matched and become friends.
“Epic of Gilgamesh: Tablets II – V”
Gilgamesh decides to strengthen his reputation by taking on Humbaba , Enlil ‘s guardian of the forest. Enkidu accompanies Gilgamesh and they spend much time in preparation. Eventually they find the monster and defeat him.

“Epic of Gilgamesh: Tablets VI – VIII”
Ishtar offers to become Gilgamesh’s lover, but Gilgamesh insults her, saying that she has had many lovers and has not been faithful to them. Ishtar asks Anu to send the Bull of Heaven to punish Gilgamesh, and he does. Gilgamesh and Enkidu defeat the creature, but Enkidu falls ill and dies, presumably because the gods are unhappy that he helped kill Humbaba and the Bull of Heaven.

“Epic of Gilgamesh: Tablets IX – XI”
Gilgamesh mourns Enkidu and decides to visit Utnapishtim , the only human who does not die. He goes to the mountains of Mashu and passes by the guardian scorpion-demons into the darkness. It becomes light as he enters the Garden of the Gods and he finds Siduri the Barmaid, to whom he relates his quest. She sends him to cross the waters of death and he confronts the boatman, Urshanabi. They cross and Gilgamesh speaks with Utnapishtim. Utnapishtim recounts the tale of the flood and challenges Gilgamesh to remain awake for six days and seven nights. He fails, but Utnapishtim’s wife urges him to reveal to Gilgamesh a rejuvinative plant. Gilgamesh takes it, but looses it to a serpent before returning to Uruk.

“Epic of Gilgamesh: Tablet XII”
Another tablet of the Babylonian Gilgamesh story exists, which is similar to the Sumerian version of the tale. Enkidu volunteers to enter the underworld to recover Gilgamesh’s pukku and mikku (drum and throwing stick). Gilgamesh warns him of the proper etiquette for the underworld, lest Enkidu be kept there. Enkidu prepares to enter the underworld, and is dressed, scented and bade good-bye. The Earth seizes him and Gilgamesh weeps. He pleads for Enkidu’s sake to Enlil, Sin , and finally to Ea . Ea tells Nergal to let Enkidu’s ghost escape the underworld and tell Gilgamesh about it. He tells Gilgamesh of the dead which he has seen there, of those who are cared for and those who aren’t, indicating the sort of judgment and ritual associated with the afterlife and death.

Humbaba (Huwawa)
– this monster was appointed by Ellil to guard the cedar forest, which is in fact one large tree, the home of the gods, and terrify mankind. ‘His shout is the storm-flood, his mouth, fire, his breath is death.’ (Gardner & Maier p. 105) He has seven cloaks with which to arm himself. There is a gate and a path in the cedar mountain for Humbaba to walk on. Gilgamesh and Enkidu attack. Humbaba pleads for mercy, Enkidu argues against mercy, and Enkidu and Gilgamesh decapitate him. See also the Sumerian Huwawa .
The Bull of Heaven
– this creature was created by Anu to kill Gilgamesh at Ishtar ‘s behest. At its snorting, a hole opened up and 200 men fell into it. When it fights Enkidu and Gilgamesh, it throws spittle and excrement at them. It is killed and set as an offering to Shamash .
Anzu
– a demonic being with lion paws and face and eagle talons and wings. It was born on the mountain Hehe. Its beak is like a saw, its hide as eleven coats of mail. It was very powerful. Ellil appointed him to guard his bath chamber. He envied the Ellil-power inherent in Ellil’s Tablet of Destinies and stole it while Ellil was bathing. With the Tablet of Destinies, anything he puts into words becomes reality. He takes advandtage of this by causing Ninurta ‘s arrows to never reach their target. However, once Ea ‘s advice reached Ninurta, Anzu was slain by the hero’s onslaught.
aqrabuamelu (girtablilu)
– scorpion-man, the guardians of the gates of the underworld. Sua “terror é impressionante” e sua “olhar é a morte”. They guard the passage of Shamash . They appraise Gilgamesh and speak with him.
Definições:
Anunnaki
– gods (mostly of the earth). The sky Anunnaki set the Igigi to digging out the rivers
Igigi
– gods (mostly of the heavens) They are given the task of digging riverbeds by the Anunnaki. They rebelled against Ellil .
Sebitti
– the seven warrior gods led by Erra ; in the sky they are the Pleadies. They were children of Anu and the Earth-mother . Anu gave them fearsome and lethal destinies and put them under Erra’s command. They prefer to exercise there skills instead of letting Erra stay in the cities with his diseases.
Utukki – demons
Muttabriqu – Flashes of Lightning
Sarabda – Bailiff
Rabishu – Croucher
Tirid – Expulsion
Idiptu – Wind
Bennu – Fits
Sidana – Staggers
Miqit – Stroke
Bel Uri – Lord of the Roof
Umma – Feverhot
Libu – Scab
gallu-demons – can frequently alter their form.
umu-demons – fiercely bare their teeth.
IV. What about the Underworld and Heaven and all that?

For a more general discussion of this, take a look at the Underworld and Cosmology sections in the Sumerian FAQ , for the particulars, see below.
The Igigi and the Anunnaki met in heaven in Ubshu-ukkinakku, the divine assembly hall. The Gilgamesh epic has the gods dwelling in the cedar mountain. They had their parakku, throne-bases, there. It was an enormous tree at the cedar forest and was guarded by Humbaba . There is a stairway up to heaven from the underworld.

As for the underworld Kurnugi (Sumerian for ‘land of no return’). It is presided over by Ereshkigal and Nergal . Within the house of Irkalla (Nergal), the house of darkness, the house of Ashes, no one ever exits. “They live on dust, their food is mud; their clothes are like birds’ clothes, a garment of wings, and they see no light, living in blackness.” It is full of dust and mighty kings serve others food. In Ereshkigal’s court, heroes and priests reside, as well as Sumuqan and Belit-tseri . The scorpion-people guard the gates in the mountain to the underworld which Shamash uses to enter and exit. There are seven gates, through which one must pass. At each gate, an adornment or article of clothing must be removed. The gates (gatekeepers?) are named: Nedu , (En)kishar, Endashurimma, (E)nuralla, Endukuga/Nerubanda, Endushuba/Eundukuga, and Ennugigi. Beyond the gates are twelve double doors, wherein it is dark. Siduri waits there by the waters of death, beyond which, is the Land of the Living, where Utnapishtim and his wife dwell. Shamash and Utnapishtim’s boatman, Urshanbi, can cross the waters. Egalginga, the everlasting palace, is a place where Ishtar was held.

V. Hey! I read that Cthulhu is really some Babylonian or Sumerian god, how come he’s not there under Kutu?

I have yet to find any secondary (or for that matter primary) source which lists Kutu as a Mesopotamian deity, or for that matter lists any name resembling Cthulhu at all. However, having been given a pointer by DanNorder@aol.com, I have confirmed that Kutha or Cutch was the cult city of Nergal , the Akkadian god of plagues and the underworld (see above) and that ‘lu’ is the Sumerian word for man. So, Kuthalu would mean Kutha-man which could conceivably refer to Nergal. As far as I can tell it could mean Joe the Butcher or any of his neighbors who happen to live in Kutha just as easily. Nergal, of course bears little resemblance to Lovecraft’s Cthulhu beyond the fact that both can be considered underworld powers. Those interested in further discussion about this might wish to contact Dan at the above address and they may wish to read alt.horror.cthulhu as well.
VI. So, in AD&D, Tiamat is this five-headed evil dragon, but they got her from the Enuma Elish , right? What about her counterpart, Bahamut?

Bahamut, according to Edgerton Sykes’ Who’s Who of Non-Classical Mythology , is “The enormous fish on which stands Kujara, the giant bull, whose back supports a rock of ruby, on the top of which stands an angel on whose shoulders rests the earth, according to Islamic myth. Our word Behemoth is of the same origin.” (Sykes, p. 28)
[Note: Sykes’s use of the phrase “Islamic myth” is misleading as this bit of cosmology is not considered Islamic doctrine. Bahamut is pre-Islamic, most likely Arabic. I don’t have a second source for Kujara.]

Behemoth then, is usually the male counterpart to Leviathan, and is a great beast that roams on land. He is sometimes equated with a hippopotamus, and is alternately listed in the Old Testament as a creature on the side of God and as one over whom God has or will triumph over.

VII. I’ve heard there are Biblical parallels in Babylonian literature. What are they anyway?

Genesis: Creation of the universe
Ps:74:12-17 – YHWH vs. Leviathan; Marduk vs Tiamat. In the Enuma Elish, tablet IV, Marduk defeats the ocean goddess, Tiamat who is often depicted as a multi-headed dragon. He splits her apart, as YHWH splits apart the sea in Ps 74:13. He crushes her skull as YHWH crushes the skulls of the monster Leviathan in Ps 74:13-14. In tablet V, Marduk causes the crescent moon to appear, creates the seasons, the night and day, and creates springs from Tiamat’s eyes, to form the Tigris and Euphrates rivers, as YHWH does in Ps 74:15-17 (Hooke p.106, Dalley pp.253-257)
Creation of humans.

Fall of man.
Adapa was the first “apkallu” (sage/priest), not the first man or first patriarch. He was given wisdom (knowledge of good and evil?) but not immortality. When in heaven (sent there for having broken the South Wind’s wing), he is offered bread and water of eternal life. He refuses it, however having been tricked by Ea (in serpent role?) stating that he would be offered the bread and water of death instead. (Dalley pp. 182-188) In other references to the seven apkallu, he is the counsellor paired with the first anteluvian king on the Sumerian king lists (Dalley p. 328), Alulim – not Alulim himself, who was Adam’s analog in patriarchal order.

Torre de Babel

As with the Sumerians, the most striking Biblical parallel within Akkadian myth is in the story of the flood. For the Babylonian account, see the entries on Atrahasis and Utnapishtim above.

Exodus – According to legend, Sargon was left in a basket in the Euphrates as an infant and “rose ‘from an ark of bulrushes'” (Oppenheim, Ancient Mesopotamia p. 101). His adoptive father was a “laborer in a palm garden who spotted the basket containing the remarkable child” (Crawford p. 42) Sargon was originally the cupbearer to a king (Ur-Zababa) before achieving leadership on his own. (Crawford p. 25)

Weeping for Tammuz and the month of Tammuz.

See also Biblical Parallels in Sumerian Mythology

VIII. Where did you get this info and where can I find out more?

Well this FAQ is primarily derived from the following works:
Barraclough, Geoffrey (ed.) The Times Consise Atlas of World History , Hammond Inc., Maplewood, New Jersey, 1982.
Dalley, Stephanie Myths from Mesopotamia , Oxford University Press, New York, 1991. This inexpensive volume served as the bible for much of this FAQ. It contains translations of the major Akkadian language myths with footnotes, brief introductions, and a glossary.
Gardner, John & Maier, John Gilgamesh: Translated from the Sin-Leqi-Unninni Version , Vintage Books, Random House, New York, 1984. A column by column translation with notes and commentary following each column, by the late author of Grendel .
Hooke, SH, Babylonian and Assyrian Religion , University of Oklahoma Press, Norman Oklahoma, 1963.
Kinnier Wilson, JV, The Rebel Lands : an Investigation Into the Origins of Early Mesopotamian Mythology , Cambridge, Cambridge University Press, 1979.
McCall, Henrietta, Mesopotamian Myths University of Texas Press, Austin, 1990. A summary account of Dalley’s book with nice pictures more cultural context.
Oppenheim, A. Leo, Ancient Mesopotamia: Portrait of a Dead Civilization , Chicato, The University of Chicago Press, 1977. This is the source for the history and culture of the Babylonians and Assyrians for the interested lay-person.
A American Bible New Publishing Co. Livro Católica, New York, 1970.
In addition the following books have occasionally proven helpful:
Carlyon, Richard, A Guide to the Gods , Quill, William Morrow, New York, 1981.
Hooke, SH mitologia do Oriente Médio, Penguin Books, New York, 1963. Este trabalho abrange sumérios, babilônios, cananeus / hitita, hebraico e material mitológico, ugarítico em breve e com comparações.
Jacobsen, Thorkild, The Treasures of Darkness , Yale University Press, New Haven, 1976. A good alternative to Kramer, Jacobsen explores Mesopotamian religious development from early Sumerian times through the Babylonian Enuma Elish. Most of the book winds up being on the Sumerians.
Pritchard, James B., Ancient Near Eastern Texts Relating to the Old Testament, with Suppliment , Princeton University Press, Princeton, 1969.
Sykes, Edgerton, Who’s Who in Non-Classical Mythology , Oxford University Press, New York, 1993.
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Jacinto Pereira
Jacinto Pereira
Jacinto Pereira de Souza, Radialista, Historiador e Policial

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