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China promete continuar a expandir abertura

“A China promove uma abertura recíproca e comum de todo o mundo. Na 5ª Sessão Plenária do 19º Comitê Central do Partido Comunista da China, realizada no final de outubro, a China propôs uma nova abertura”, escreve He Yin no Diário do Povo

7 de novembro de 2020, 12:07 h Atualizado em 7 de novembro de 2020, 12:00

Feira Internacional de Importações da China Feira Internacional de Importações da China (Foto: Xinhua)

247, por He Yin no Diário do Povo“A tendência da abertura e cooperação de todos os países permanece inalterada. Devemos trabalhar juntos para enfrentar os riscos e os desafios, fortalecer a cooperação e a comunicação e expandir a abertura ao resto do mundo”, afirmou o presidente chinês Xi Jinping, por meio de um discurso de vídeo, na cerimônia de abertura da 3ª Feira Internacional de Importação da China (CIIE), realizada na noite de quarta-feira(4) em Shanghai.

No momento em que a pandemia adiciona novos fatores de instabilidade e incerteza à economia mundial, a humanidade precisa justificar o futuro com uma visão mais abrangente. “Devemos promover uma abertura caracterizada pela cooperação mutuamente benéfica”; “Devemos promover uma abertura caracterizada pela cooperação e por responsabilidades compartilhadas”; “Devemos promover uma abertura caracterizada pela cooperação, em prol de uma governança conjunta”. Xi Jinping instou uma cooperação e unidade entre todos os países para superar as dificuldades, um pedido que ecoou entre vários líderes estrangeiros. O primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez afirmou, por via de um discurso de vídeo, que face aos desafios sem precedentes, todos os países devem reforçar o diálogo e a cooperação com base nas ordens regulatórias e no multilateralismo consolidado. O primeiro-ministro da Papua-Nova Guiné, James Marape, frisou no discurso de vídeo que o unilateralismo e o protecionismo não devem ser a resposta para atuar nesta realidade. Esta é a hora em que mais precisamos do multilateralismo e da cooperação internacional, de modo a superarmos o período de dificuldade comum.

Enquanto a economia mundial enfrenta a recessão mais grave após a Segunda Guerra Mundial, todos os países encaram a missão de dissolver os riscos e recuperar a economia. A pandemia nos diz que todos os países são uma comunidade com um futuro compartilhado e que ninguém pode agir isoladamente diante de uma crise grave. A solidariedade e a cooperação são a única opção.

“É preciso manter a convicção na cooperação mutuamente vantajosa, apostar na confiança, na solidariedade e na consulta, ao invés do ceticismo, ameaças ou denúncias, e colocar os interesses comuns em primeiro lugar, visando a promoção da globalização econômica, a abertura, inclusão, equilíbrio e lucros equitativos”. “Todos devemos unir forças e assumir nossas respectivas responsabilidades, ao invés de buscar a supremacia e prejudicar os outros”, “em vez de permitir o avanço do unilateralismo e do protecionismo em detrimento da ordem e das normas internacionais, torna-se necessário reformar o sistema de governança econômica global de forma construtiva, a fim de permitir que os benefícios sejam mais tangíveis”. Para a comunidade internacional, a proposta chinesa procura resolver os grandes problemas suspensos no desenvolvimento socioeconômico do mundo, em busca do desenvolvimento comum de todos os países e o bem-estar de toda a humanidade. O presidente servio Vucic avaliou que a opinião chinesa reflete as ideias de Xi Jinping – “a comunidade internacional é uma família”, como desde sempre insistiram os chineses.

A China promove uma abertura recíproca e comum de todo o mundo. Na 5ª Sessão Plenária do 19º Comitê Central do Partido Comunista da China, realizada no final de outubro, a China propôs uma nova abertura. A China assumiu o seu compromisso ao realizar a terceira CIIE, superando o desafio da pandemia. Na base dos compromissos das feiras anteriores, a China apresentou quatro novas medidas para promover a abertura, incluindo a melhoria do ambiente dos negócios, aprofundamento das cooperações bilateral, multilateral e regional. O compromisso de expandir continuamente a abertura ao resto do mundo foi aplaudido pela comunidade internacional. O secretário da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), Mukhisa Kituyi, opinou que o peso da China continua a aumentar nas importações globais e que a China se tonou uma fonte estabilizadora da economia mundial, sobretudo num mundo repleto de incertezas.

“Com uma visão de desenvolvimento histórico, independente de riscos, desastres ou adversidades que possam surgir, a humanidade seguirá em frente, pois é capaz de o fazer.” A China diz ao mundo, com suas ações práticas e resultados obtidos, que todas as dificuldades podem ser superadas contanto que se siga na direção correta.

Atualmente, todos os países precisam ter a vontade e responsabilidade de agir em uníssono, tanto para controlar a pandemia como para a recuperar a economia. A China está disposta a trabalhar com todos para consolidar a confiança e superar os riscos, em prol de um desenvolvimento de benefício recíproco.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/china-promete-continuar-a-expandir-abertura

Jacinto Pereira
Jacinto Pereira
Jacinto Pereira de Souza, Radialista, Historiador e Policial

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